Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição “Insólito”, por Luciana Matosinhos
    Exposição “Insólito”, por Luciana Matosinhos
    Exposição “Insólito”, por Luciana Matosinhos

    Até o dia 29 de novembro, a Templuz, do Grupo Loja Elétrica, recebe a exposição “Insólito” com os trabalhos da fotógrafa Luciana Matosinhos. A mostra é gratuita e apresenta registros do famoso Antelope Canyon, localizado no Arizona, nos Estados Unidos e considerado o mais fotogênico do mundo. Quem passa pela Avenida Nossa Senhora do Carmo também pode apreciar e se encantar com uma das imagens da mostra exposta no Mural Templuz. “Quero mostrar a beleza extraordinária desse lugar. Um pedaço de chão onde é possível perder a noção do tempo e que nos faz entender o quão perfeita e poderosa é a Mãe Terra”, afirma a artista. Situado no deserto americano, o Antelope Canyoné um abismo de erosões que impressiona com suas formas que parecem estar sempre em movimento, bem como suas cores em tons quentes como amarelo, laranja, ocre, vermelho e roxo. Suas esculturas são naturais, como túneis formados pelas rochas, que foram desenhados pelo vento e pelas chuvas ao longo dos anos. Na última década, Luciana Matosinhos registrou lugares inusitados e as belezas naturais de 48 países como Camboja, Ilhas Maldivas, México, Bora Bora e Equador. “Fotografar é um dos meus modos de meditar. Sou completamente apaixonada pela natureza. Somos conectadas”, afirma.

    Criada a partir de um sonho e muita dedicação, a exposição Insólito de Luciana Matosinhos está exposta até dia 29 de novembro em um ambiente muito especial na Templuz. Não deixe de visitar nosso espaço e se encantar com estas obras artísticas entre nossas mais belas luminárias e soluções. A exposição fotográfica Insólito retrata a beleza extraordinária do Antolope Canyon, um lugar onde as rajadas de vento dançam entre as rochas, formando esculturas naturais. Para completar a magia deste lugar, a luz solar brinca de esconde-esconde, criando nuances de todos os tons quentes, começando pelo amarelo e transitando entre laranja, ocre, vermelho e roxo.

  •  Exposição “Instante Invisível", Eugênio Sávio - MTCC
    Exposição “Instante Invisível", Eugênio Sávio - MTCC
    Exposição “Instante Invisível", Eugênio Sávio - MTCC

    O MINISTÉRIO DO TURISMO E O INSTITUTO UNIMED-BH APRESENTAM: INSTANTE INVISÍVEL, EUGÊNIO SÁVIO⠀ ⠀

    O movimento captado na hora certa. O show que a imagem pode ser.

    O instante eternizado pelo obturador da câmera. A memória preservada.

    O Instante Invisível.

    A partir de amanhã (15/7), você pode reviver os grandes momentos que o esporte proporcionou na exposição de fotos de @eugeniosavio ⠀ ⠀

    A mostra Instante Invisível conta com o patrocínio máster do Instituto Unimed-BH, patrocínio de Tora, Bioextratus, Macrotec, Data Engenharia, Carbel e Fortebanco; e apoio do Circuito Liberdade e da Secretária de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais.⠀ ⠀

    Curadoria: João Castilho e Pedro David.⠀ ⠀

    Patrocinador máster: @institutounimedbh e @Unimedbh⠀

  • Exposição interativa: Arte Cibernética – Obras da Coleção Itaú Cultural
    Exposição interativa: Arte Cibernética – Obras da Coleção Itaú Cultural
    Exposição Interativa: Arte Cibernética – Obras da Coleção Itaú Cultural

    Fomentar e difundir o diálogo da arte contemporânea com o universo tecnológico.

    Esse é um dos motes da mostra gratuita Arte Cibernética – Obras da Coleção Itaú Cultural, que será aberta a visitações em 15 de junho (quinta-feira), nas galerias Genesco Murta, Arlinda Corrêa e Mari’Stella Tristão, do Palácio das Artes.

    A exposição traz obras interativas, e promove o encontro do espectador com a linguagem presente em produções tecnológicas, oferecendo ao público mineiro outras formas de pensar o fazer artístico.

    Com curadoria do Instituto Itaú Cultural, a exibição reúne onze obras de diversos artistas e reforça a parceria da Fundação Clóvis Salgado (FCS) com a instituição.

    A mostra aponta para as novas possibilidades criativas da cena contemporânea a partir de um olhar das novas mídias e dispositivos que expandem a própria percepção da interação entre as obras expostas e a recepção.

    Para fruir os conceitos que permeiam a Arte Cibernética – Obras da Coleção Itaú Cultural , a curadoria selecionou trabalhos dos artistas brasileiros Regina Silveira, Gilbertto Prado, Rejane Cantoni e Leonardo Crescent. Além deles, a exposição conta com o grupo de artistas belgas LAb[au], Camille Utterback (EUA) e Romy Achituv (Itália), Miguel Chevalier (México), Christa Sommerer (Austria) e Laurent Mignonneau (França), Jon McCormack (Austrália) e Edmond Couchot e Michel Bret (ambos franceses).

    De acordo com Sofia Fan, gerente do Núcleo de Artes Visuais do Itaú Cultural, a instituição “mantém o propósito de circular este acervo entre os diferentes públicos e promover ações que permitam conhecer a produção e pesquisa dos diversos artistas que trabalham com a arte e tecnologia trazendo a poética como foco e linguagem e assim expandir o acesso a este campo da produção artística”.

    As 11 obras que o Palácio das Artes recebe não são apenas para contemplação.

    Exigem a presença, o toque, o sopro e até mesmo a troca de dados para revelar as suas verdadeiras poéticas.

    Funcionam por meio da interação tanto com visitantes – como em Odisseia, da brasileira Regina Silveira – quanto entre os seus próprios softwares, a exemplo de Eden, do irlandês baseado na Austrália Jon McCormack, ambas recém incorporadas à itinerância.

    Para Sérgio Rodrigo Reis, presidente da Fundação Clovis Salgado, a exposição apresenta um panorama diverso e importante da arte cibernética produzida no Brasil e no mundo. “A curadoria permite um panorama diverso da produção contemporânea e leva aos espectadores trabalhos considerados de referência no segmento”, ressalta o presidente da instituição.

    A relação entre tecnologia e cultura busca transportar os espectadores a uma compreensão histórica dessa linguagem artística, que segue em constante modificação. “A mostra tem por objetivo facilitar o acesso à diversidade cultural, além de contribuir para a formação de novos públicos, uma diretriz permanente da Fundação Clóvis Salgado”, explica Sérgio Rodrigo Reis.