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    Exposição
    Exposições - Centros Culturais Municipais - Setembro de 2023

    Os Centros Culturais Municipais de Belo Horizonte oferecem diversas atividades culturais virtuais e presenciais, voltadas para os públicos infantil, jovem e adulto. A programação semanal é gratuita. 

    Confira a agenda de Exposições de artes visuais


    Centro Cultural Bairro das Indústrias

    Exposição Eu acredito em Você

    A mostra exibe fotos documentais realizadas por Luisina Ferrari, argentina que vive em Belo Horizonte há 11 anos, ao adentrar no vasto universo religioso brasileiro. Propõe uma imersão em práticas de diferentes origens e convida o público a refletir sobre a espiritualidade, ampliando o debate essencial sobre a liberdade religiosa.

    • Realizada com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.  
    • Público: livre. 
    • Visitação: terça à sexta, das 9h às 19h. Sábados das 9h às 17h

    Centro Cultural Jardim Guanabara

    Exposição: Um Ponto

    A exposição Um Ponto, de Liliane Rosa, tem como objetivo retratar a visão da autora sobre as cenas que o cotidiano apresenta. Compreendido como abrigo de vida e de poesia, o cotidiano é retratado a partir dos sujeitos e dos espaços percebidos na dinâmica do tempo: manhã, tarde, noite, passado, presente e futuro.

    • Visitação: terça à sexta, das 9h às 19h. Sábados das 9h às 17h

    Centro Cultural Liberalino Alves de Oliveira

    Exposição Wander Piroli – Inventor do que existe
     
    Mostra bibliográfica e afetiva da obra do escritor que fez de sua vivência no bairro Lagoinha, em Belo Horizonte, matéria literária e jornalística, trazendo para sua escrita a dureza da vida de operários, marginais e bêbados, além de um universo singular da e sobre a infância e a família.

    • Parceria: Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas. 
    • Público: livre. 
    • Visitação: terça à sexta, das 9h às 19h. Sábados das 9h às 17h

    Exposição Traçado na Memória

    Exposição integrante do 10º FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte, em que 15 quadrinistas de Belo Horizonte e região metropolitana, se apropriaram de 15 diferentes patrimônios da cidade para construir suas narrativas por meio de traços desenhos, cores e narrativas, refletindo não só a arquitetura, o cenário e os personagens, mas também a recuperação de vivências e experiências, mostrando que essas relações afetivas que temos com os lugares onde vivemos é que fazem a cidade nos pertencer. 

    • Público: livre. 
    • Visitação: terça à sexta, das 9h às 19h. Sábados das 9h às 17h

    Centro Cultural Lindéia Regina

    Exposição Matheus Silva e Jao Artz
     
    Exposição de desenhos em técnicas variadas dos artistas Matheus Silva e Jao Artz, expoentes da nova geração de artistas do Centro Cultural Lindeia Regina. 

    • Público: livre. 
    • Visitação: terça à sexta, das 9h às 19h. Sábados das 9h às 17h

    Centro Cultural Padre Eustáquio

    Exposição Fotográfica Ocupação Guarani Kaiowá

    Ensaio fotográfico do artista Davydson Raymond, vencedor do festival de fotografia e audiovisual da Universidade Estácio BH, retratando o cotidiano da ocupação Guarani Kaiowá. No centro da comunidade existe uma enorme mangueira. Ela é o símbolo da ocupação e espaço das brincadeiras das crianças – que são mais numerosas que os adultos –, e das desavenças cotidianas. A praça improvisada ao redor da grande árvore é ainda o cenário da festa, o eixo dos problemas e a referência dos encontros, em meio a um cotidiano de forte desigualdade social.

    • Visitação: terça à sexta, das 9h às 19h. Sábados das 9h às 17h

    Centro Cultural Pampulha

    Exposição Carpe Saltare
     
    Exposição do artista e professor de artes visuais Warly Vagno, trazendo o universo da dança de forma breve: o que é, sua história, tipos. E ainda uma retrospectiva da Semana da Dança, que teve sua última realização no Centro Cultural Vila Santa Rita, já em sua 15ª edição. 

    • Público: livre. 
    • Visitação: terça à sexta, das 9h às 19h. Sábados das 9h às 17h

    Centro Cultural Salgado Filho

    Acervo em Foco – Exposição Brasis

    Exposição de parte do acervo da Biblioteca do Centro Cultural Salgado Filho, provocando a reflexão sobre a diversidade cultural, social e econômica dos "Brasis" que precisamos conhecer e reconhecer. 

    • Público: livre. 
    • Visitação: terça à sexta, das 9h às 19h. Sábados das 9h às 17h

    Exposição A Paisagem e a Arte da Gravura – Marilane Damasceno
     
    A exposição traz uma coletânea de gravuras da artista plástica Marilane Damasceno que tem como tema a paisagem e a natureza. As gravuras são realizadas em diversas técnicas artísticas de impressão: metal, serigrafia, litogravura, xilogravura, além de gravuras com técnicas alternativas. 

    • Público: livre. 
    • Visitação: terça à sexta, das 9h às 19h. Sábados das 9h às 17h

    Centro Cultural São Bernardo

    Exposição Máscaras Dançantes

    Entre um “Encontro para Dançar” e outro, o desejo de criar foi brotando e se imiscuindo, de dentro para fora, espargindo arte e movimento. O resultado foi esta gama de máscaras feitas pelas mãos das alunas da oficina da Escola Livre de Artes no ano de 2023. 

    • Público: livre. 
    • Visitação: terça à sexta, das 9h às 19h. Sábados das 9h às 17h

    Centro Cultural São Geraldo

    Exposição MIS BH TV Itacolomi – a pioneira de Minas

    Em resgate à história da televisão em Minas Gerais, a exposição “TV Itacolomi – A pioneira de Minas”, realizada pelo Museu da Imagem e do Som de Belo Horizonte, reúne fotografias, depoimentos, objetos e registros audiovisuais ligados à primeira emissora de TV de Minas Gerais. Fundada em 1955, ela foi um importante marco para o desenvolvimento das comunicações no estado, e exerceu grande influência sobre a vida cultural em Belo Horizonte, impulsionando o surgimento e o crescimento de diversos artistas mineiros.

    • Público: livre
    • Visitação: terça à sexta, das 9h às 19h. Sábados das 9h às 17h

    Centro Cultural Urucuia

    O Céu como Patrimônio

    Inspiração para narrativas e culturas diversas, representação de ideias e conceitos religiosos, fonte de estudo para a ciência, fronteira para o desconhecido. Exatamente por isso o céu também pode ser tratado como patrimônio natural e cultural. Essa é a ideia central da exposição O céu como Patrimônio. Com base em belas imagens e fotografias de várias localidades de Minas Gerais, a exposição foi estruturada em três partes: Céu, Patrimônio Natural e Patrimônio Cultural. Curadoria: Leonardo Marques Soares, Maurício Silva Gino, Silvania Sousa do Nascimento e Vitor Amaro. Curadoria musical: Nísio Teixeira. Realizado pelo Espaço do Conhecimento da UFMG.

    • Público: livre
    • Visitação: terça à sexta, das 9h às 19h. Sábados das 9h às 17h
     

    Usina de Cultura

    Exposição Do Consultório na Rua Nordeste

    Mostra de desenhos que o Consultório na Rua da Regional Nordeste, a aproximadamente um ano e meio, vem desenvolvendo com os usuários atendidos.

    • Realização: Gerência de Saúde Mental. 
    • Público: livre. 
    • Visitação: terça à sexta, das 9h às 19h. Sábados das 9h às 17h

    Centro Cultural Vila Fátima

    Exposição Êxodos – Sebastião Salgado
     
    A exposição aborda tanto a dimensão global da crise migratória como as esmagadoras histórias individuais de exílio. É, antes de tudo, uma chamada à ação para além da compaixão. 

    • Público: livre.
    • Visitação: terça à sexta, das 9h às 19h. Sábados das 9h às 17h

    Exposição Linha do Tempo: 15 anos de histórias
     
    Ao longo dos anos, o Centro Cultural Vila Fátima tem sido palco de exposições, apresentações teatrais e musicais, lançamentos de livros, atividades formativas, entre outras iniciativas que fomentam a cultura e a arte na cidade. A construção de uma linha do tempo, através de fotos e relatos dos frequentadores, é uma forma de registrar e valorizar a nossa trajetória. 

    • Público: livre. 
    • Visitação: terça à sexta, das 9h às 19h. Sábados das 9h às 17h

    Centro Cultural Vila Marçola

    Exposição Meu Morro é assim 

    A exposição apresenta 47 fotografias realizadas por moradores do Aglomerado Santa Lúcia, em Belo Horizonte, mais conhecido como Morro do Papagaio. Os autores são 13 adolescentes, com idades entre 13 e 16 anos. O acervo é composto por fotografias em preto e branco, produzidas em 2011, que mostram a beleza dos moradores da comunidade. A produção foi baseada nos relatos da jornalista Márcia Cruz, em seu livro "Morro do Papagaio”.

    • Parceria: Biblioteca Estadual Luís de Bessa e Projeto Olhar Coletivo. 
    • Público: livre. 
    • Visitação: terça à sexta, das 9h às 19h. Sábados das 9h às 17h

     Centro Cultural Vila Santa Rita

    Entre Mares

    Exposição da artista Marcillene Ladeira, que traz por meio das obras uma reflexão da realidade em texturas, amassaduras, reflexos e brilhos. Constrói sua poética a partir da coleta seletiva, fotografia e distintos matizes de uma paleta cromática da reciclagem. São pinturas que implicam em tons políticos ambientais.

    • Público: livre. 
    • Visitação: terça à sexta, das 9h às 19h. Sábados das 9h às 17h

    Acesse todas as informações sobre como visitar os espaços no site: pbh.gov.br/reaberturacentrosculturais

  • Exposições em cartaz

    *Alceu Penna – Inventando a Moda do Brasil

     

    A mostra coloca sob os holofotes o trabalho de criação do mineiro Alceu Penna, por meio de recortes da sua carreira. Transitou pelas áreas do design gráfico, jornalismo, ilustração, figurino, estilismo, publicidade, cenografia e, entre outras atuações, pode ser considerado o precursor do jornalismo de moda no Brasil. Ficou famoso pela criação da seção As Garotas, publicada semanalmente na revista O Cruzeiro, entre 1938 e 1964, revolucionando a moda e o comportamento no país durante o período.

    *Saberes de Costura- do molde à roupa

     

    A exposição reflete sobre os saberes das costuras a partir de uma imersão no método de corte centesimal. O mais presente deles na memória social contemporânea talvez seja a máquina de costura. Desde a década de 1950, fábricas de máquinas de costura tornaram-se populares no país que produz e comercializa modelos com diferentes funcionalidades, contribuindo para a profissionalização das costureiras. Para refletir sobre este processo, a exposição aborda aspectos históricos de métodos, notadamente aqueles desenvolvidos em Belo Horizonte, bem como de outras formas de aprendizagens desse ofício, sua importância para o cotidiano e o mercado de trabalho femininos.

     

  • Exposições | Galeria dotART
    Exposições | Galeria dotART
    Exposições | Galeria dotART

    Dia 25 de outubro foram inauguradas as exposição de Igor Nunes "Barroco" e de Moisés Patrício, "GBLIÈ". 

    Moisés Silva Patrício (São Paulo, São Paulo, 1984).

    Artista visual, arte-educador. Por meio de múltiplas plataformas de produção artística como a performance, vídeo, instalação e fotografia, Moisés Patrício aborda elementos da cultura latina, afro-brasileira e africana presentes no cotidiano e marginalizados pelo preconceito racial, social e cultural.

    Formado em Artes Visuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), as cosmovisões de origens africanas são a principal inspiração de suas obras e abrem caminho para outras discussões, como política e sociedade, embasadas no protagonismo negro. Dedica-se especialmente ao que chama de fotoperformance, já que segundo Moisés Patrício o processo para a realização da fotografia é mais importante do que o resultado final.

    Igor Nunes

    Nascido e criado na Tijuca, zona norte carioca, vive e trabalha no Rio, é Artista Plástico, certificado pelo A.R.C.O Lisboa, Portugal em Pintura e Desenho. Vencedor do prêmio ArtRua / Spoleto 2014 e com participações em coletivas importantes, também já conta com obras em diversas coleções.

    A partir de uma enorme bagagem de vivências oriundas das ruas, onde fundou um dos maiores coletivos atuantes nas ruas do Rio de Janeiro, o "QPASA", começa a perceber e analisar tudo que é pertencente a ela e investigar o que há para além do muro, explorando assim o espaço urbano, a rua em todo.

    Seu trabalho é uma espécie de cartografia do momento atual em que vive, retratando temas e imagens oriundas de um tempo, e não hesita em registrar elementos de uma crítica social onde raça, espaço público, religião e relações comportamentais são destacadas, promovendo deslocamentos históricos e geográficos.

    Igor, que começou a sua trajetória na pichação, depois migra para o grafite onde funda um dos mais influentes coletivos atuantes nas ruas do Rio de Janeiro, o "QPASA?".