Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição Mundos Indígenas

    Na exposição Mundos Indígenas, curadoras e curadores indígenas de cinco povos – Yanomami, Ye’kwana, Xakriabá, Tikmῦ’ῦn (Maxakali) e Pataxoop – nos convidam a conhecer seus mundos. Mundos que criam e envolvem existências humanas e outras – como plantas, animais e espíritos – com quem convivem efetivamente. Em comum, mostram respeito e amor à Terra. Os mundos indígenas se baseiam em premissas diferentes das que adotamos para definir o que existe. Cada mundo indígena é mostrado a partir de um conceito proposto pelas curadoras e pelos curadores: në ropë, weichö, corpo-território, yãy hã mĩy e o grande tempo das águas. Com os mundos indígenas, podemos aprender a coexistir, a interagir com respeito e cuidado. Aprender que existem outros mundos.

    - classificação etária: Livre

    - necessário fazer inscrição: Não

  • Exposição: "Mundos Indígenas"
    Exposição: "Mundos Indígenas"
    Exposição: "Mundos Indígenas"

    A história dos povos indígenas brasileiros não é uma só. Tão grande quanto um continente, nosso país abriga populações plurais, com costumes e tradições diversas. A partir de 03 de dezembro, os belo-horizontinos poderão conhecer mais a fundo o que curadores indígenas de cinco povos têm a dizer. No Espaço do Conhecimento UFMG, modos de viver, de saber e de cuidar dos povos Maxakali, Pataxoop, Xakriabá, Yanomami e Ye'kwana são apresentados em uma exposição como nenhuma outra. Com entrada gratuita, Mundos Indígenas ficará em cartaz até julho de 2020. A mostra é resultado de uma experiência inédita no museu. Neste projeto, os conceitos fundamentais foram propostos por um conjunto de curadores indígenas. Para apresentar o mundo dos Maxacali, os escolhidos foram Sueli e Isael. Dona Liça e Kanatyo mostram o mundo Pataxoop, enquanto Vicente, Edvaldo e Célia são curadores Xacriabá.

    Recém-premiado com um Nobel alternativo pela proteção do seu povo e da Amazônia, Davi Kopenawa se junta a Joseca na curadoria Yanomami. Júlio Magalhães e Viviane Rocha são os indígenas responsáveis pela curadoria Ye'kwana. A exposição foi produzida em parceria com grupos de pesquisa e extensão da UFMG: o Antropologia na Escola do Núcleo de Estudos Quilombolas, Indígenas e Tradicionais da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas e o Grupo de Pesquisa e Extensão em Educação Indígena da Faculdade de Educação. O Instituto Unimed-BH patrocina o projeto, que toma forma no segundo andar do museu e se divide em ambientes dedicados a cada uma das curadorias. Animações, fotografias e vídeos se unem a produções indígenas como cestarias, cerâmicas, ilustrações, redes, flechas e máscaras. O objetivo principal é encantar o visitante com outra maneira de ver e interagir com outros mundos.

  • Exposição Mundos Indígenas - online | Espaço do Conhecimento UFMG
    Exposição Mundos Indígenas - online | Espaço do Conhecimento UFMG
    Exposição Mundos Indígenas - online | Espaço do Conhecimento UFMG

    Tehêys do Povo Pataxoop: Espaço do Conhecimento UFMG disponibiliza, virtualmente, desenhos-narrativa presentes na Exposição Mundos Indígenas 

    Belo Horizonte, 26 de julho de 2022 - Na exposição Mundos Indígenas, em cartaz no Espaço do Conhecimento UFMG desde dezembro de 2019, curadoras e curadores indígenas de cinco povos – Yanomami, Ye’kwana, Xakriabá, Tikmῦ’ῦn (Maxakali) e Pataxoop – nos convidam a conhecer seus mundos. É fato que a história dos povos indígenas não é uma só. A magnitude de nosso país, grande como um continente, possibilita que abriguemos populações plurais, com costumes e tradições diversas. Sob a finalidade de permitir que parte das narrativas continuem se expandindo para além da presencialidade do museu, o Espaço do Conhecimento UFMG disponibilizou virtualmente, neste mês, alguns dos Tehêys do povo Pataxoop. 

    O tehêy, que é um instrumento para a pesca, é representado na exposição de curta duração Mundos Indígenas como uma forma de pescaria de conhecimento, um material didático do ensino Pataxoop. Para Liça Pataxoop, uma das curadoras da exposição, a escrita é imagem e, através dos tehêys, as crianças de Muã Mimatxi, aldeia no município de Itapecerica, Minas Gerais, aprendem sobre valores da vida e da natureza, pescam conhecimento, alegria, identidade, cultura, convivência e força.

    No YouTube, o Espaço do Conhecimento UFMG disponibiliza uma série de 6 animações que contam com a narração dos Tehêys de Liça Pataxoop. No SoundCloud, outros 12 áudios de desenhos-narrativas relativos ao jogo “O Grande Tempo das Águas”, feitos por professores e alunos da Escola Indígena Pataxoop Muã Mimatxi, também foram disponibilizados.

    Série de Tehêys de Liça Pataxoop (Animação): https://bit.ly/3Pj0iQ1 

    Áudios dos Tehêys (Jogo ‘O Grande Tempo das Águas’): https://bit.ly/3aR3T9a