Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Imagem ilustrativa divulgando o nome da exposição
    Imagem ilustrativa divulgando o nome da exposição
    Exposição: "Não Basta Remover os Escombros"

    A mostra reúne pinturas e uma instalação criadas entre 2018 e 2025, incluindo obras inéditas e peças da série “Frequentes Conclusões Falsas”, que marcam a investigação contínua do artista sobre memória, paisagem urbana e o cotidiano reorganizado por meio da pintura. 

    Natural de São Caetano do Sul (SP), Magila reside atualmente em Belo Horizonte, onde desenvolve sua produção artística e acadêmica. É mestre em Artes Plásticas pela EBA-UFRJ e graduado em Artes Visuais pelo IA-UNESP. Com trajetória nacional e internacional, o artista já participou da Bienal de Coimbra (Portugal), da Bienal Internacional de Cerveira e de diversas exposições coletivas em instituições como o Museu Lasar Segall, Galeria Mamute e FGV Arte. 

    Segundo Magila, a exposição foi concebida como um espaço de diálogo entre diferentes tempos de sua produção, em que a pintur e a tridimensionalidade se encontram. A curadoria propõe um olhar atento para as transformações nas obras ao longo do tempo, evidenciando a evolução estética e conceitual do artista.

  • Exposição: Não sou idêntica a mim mesma: mulheres artistas no acervo do BDMG Cultural“
    Exposição: Não sou idêntica a mim mesma: mulheres artistas no acervo do BDMG Cultural“
    Exposição: Não sou idêntica a mim mesma: mulheres artistas no acervo do BDMG Cultural“

    Para celebrar e visibilizar o Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, no dia 7 de março, quinta-feira, às 18h30, ocorre o lançamento do catálogo da exposição Não sou idêntica a mim mesma: mulheres artistas no acervo do BDMG Cultural“, em cartaz na Galeria de Arte. 

    A mostra foi inaugurada em dezembro para celebrar os 35 anos da instituição e, agora, tem nova data de término: até 24 de março.

  •  Exposição: “Naquela Casa”
    Exposição: “Naquela Casa”
    Exposição: “Naquela Casa”

    Para celebrar o primeiro ano de sua nova sede, a Casa Camelo promove uma programação especial que condensa e amplia sua trajetória como espaço dedicado à arte contemporânea. No dia 22 de maio, quinta-feira, das 18h às 22h, acontece a abertura da exposição coletiva “Naquela Casa”, que reúne obras de 19 artistas premiados nas quatro edições do Festival Casa Camelo de Arte Contemporânea. A mostra apresenta uma diversidade de linguagens e suportes como pintura, instalação, vídeo, fotografia e desenho. Toda a programação é gratuita. 

    Mais informações no Instagram da casa. Os artistas participantes da exposição “Naquela Casa” são Alisson Damasceno, Daniel Pinho, David Magila, Dolores Orange, Érica Storer, Esther Az, Fernanda Luz, Rafael Ribeiro, Julianismo, Hortência Abreu e Ricardo Burgarelli, a dupla Laís Velloso e Julia Bernardes, Laryssa Machada, Marcel Diogo, Marcus Deusdedit, Olívia Viana, Randolpho Lamonier e Thiago Costa. 

    A programação de aniversário da Casa Camelo conta, ainda, com uma série de atividades formativas. Entre elas, destacam-se montagem de exposição aberta, dia 20 de maio, com Luiz Lemos e Eloá Mata, organizadores e sócios da Casa Camelo, atividade voltada à prática expositiva e suas estratégias de construção; “Leitura de portfólios”, com Camilla Rocha Campos, dias 23 de maio e 03 de junho, atividade que propõe reflexões sobre os processos e formas de apresentação no campo das artes visuais; e oficina criativa com Efe Godoy, dia 24 de maio, que, de forma lúdica e experimental, convida o público a imaginar e criar fábulas a partir de experiências com quintais. No dia 31 de maio será lançado o catálogo do 4º Festival Casa Camelo de Arte Contemporânea, realizado em 2024, com curadoria de Marcel Diogo, Fabíola Martins, Gabriela Carvalho e Luiz Lemos. 

    Organizado pelo professor e pesquisador Eduardo de Jesus, o catálogo contém entrevistas com os artistas premiados Alisson Damasceno, Dolores Orange, Fernanda Luz, e a dupla Julia Bernardes e Laís Veloso, que apresentaram exposições individuais na 4ª edição do festival, além de reflexões sobre o papel do evento no cenário da arte contemporânea brasileira, ampliando perspectivas de experimentações artísticas, formação e difusão.