Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: Na boca da mata Ah - Casa Fiat de Cultura
    Exposição: Na boca da mata Ah - Casa Fiat de Cultura
    Exposição: Na boca da mata Ah - Casa Fiat de Cultura

    De 10 de agosto a 26 de setembro, a Casa Fiat de Cultura recebe de forma virtual a exposição da artista Carolina Botura.

    As reflexões sobre a trama da criação e os movimentos de transformação fazem parte não somente do que aparece na mostra “Na boca da mata Ah”, mas de toda a pesquisa de Carolina Botura.

    Para produzir suas obras, a artista busca adentrar a consciência das plantas que retrata, abraçando a intuição e a inspiração. As sensações que as cores e suas misturas provocam são também muito importantes em seu processo criativo, que tem o verde como ponto de equilíbrio.

    Esses e outros temas serão abordados por ela no bate-papo online de inauguração da exposição, que acontece no dia 10/08, das 19h às 20h.

    As pessoas inscritas receberão o link de acesso por e-mail após a inscrição.

    Este evento não conta com certificado de participação.

    A exposição e o bate-papo serão acessíveis em Libras.

  • Casa Kubitschek
    Casa Kubitschek
    Exposição na Casa Kubitschek

    “Trama, Processos Educativos na Pampulha” -  Módulo 3 |O lazer que mora em mim

    A exposição apresenta o resultado do projeto Bordando Memórias, que envolve, desde 2017, mais de cem mulheres, entre elas bordadeiras, pesquisadoras, educadoras e artistas. A mostra apresenta o olhar artístico e sensível das bordadeiras sobre temas importantes relacionados à Pampulha. A mostra inclui a reelaboração da paisagem cultural da região, a recriação da delicadeza dos pássaros da Pampulha e a leitura das  vivências de lazer das participantes do "Bordando Memórias".


    Visitação: Quarta a domingo, das 10h às 18h

    Avenida Otacílio Negrão de Lima, 4.188, Bandeirantes – Pampulha
     

  • Exposição: Na Cozinha do Fim do Mundo - Casa Gal
    Exposição: Na Cozinha do Fim do Mundo - Casa Gal
    Exposição: Na Cozinha do Fim do Mundo - Casa Gal

    A partir de ingredientes “do fim do mundo” da Pan-Asia (Turquia, Índia, China, Coreia do Sul, Indonésia e Japão) encontrados em São Paulo (nos bairros da Liberdade e Bom Retiro) e trazidos à Belo Horizonte, para a cozinha da GAL, inicia-se a residência artística “Cozinha do Fim do Mundo” que tem como proposta integrar-se à paisagem da cidade, miscigenando os ingredientes estrangeiros com os produtos locais (agrícolas ou industriais, endêmicos ou imigrados) juntamente com um laboratório de fermentações instalado na cozinha, para encontrar uma “Cozinha do Fim do Mundo”. “Alimentar-se é fazer com que o universo exterior transite o universo interior, criando uma presentificação impermanente e uma sincronia efêmera no instante da refeição.

    Se somos aquilo que comemos, nosso discurso sustenta-se diante daquilo que fortalece nossa voz, ou entramos em contradição? Que lições diárias aprendemos com a ingestão, digestão e dejeção de um universo de consumo com data de validade?

    Quais as possibilidades de hackear nossos corpos com alterações (radicais ou progressivas) daquilo que nos compõe diariamente?” indaga Shima.

    O Código de Barras é uma representação gráfica de uma sequência numérica sintetizada em barras paralelas brancas e pretas de espessuras variadas.

    A leitura, semelhante à lógica binária, traduz os “cheios e vazios” do código em uma sequência numérica única para identificar um produto. Todo produto industrial carrega em sua identidade um código de barras.

    A lógica capitalista neoliberal e os inúmeros discursos cerceados por idéias politizadas e posicionamentos éticos criaram uma miríade de produtos (lê-se também “código de barras”) para atender inúmeras demandas, fazendo que o consumo seja o próprio discurso do existir, pertencer e habitar este mundo, causando ojeriza para uns, e idolatria para outros. Vivemos um período de polarização proporcional à globalização do mundo.

    Se em 1960 um navio levava cerca de 8 semanas para cruzar metade do planeta, hoje a média de tempo é de no máximo 21 dias, com o dobro de paradas do itinerário de 60 anos atrás.

    A facilidade de acesso a produtos “do outro lado do mundo” é a mesma que países do extremo oriente tem a produtos agrícolas brasileiros, como carnes (aves, bovinos e suínos), frutas (banana, laranja) e matérias-primas (açúcar, petróleo, café).