Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Ginga BH
    Ginga BH
    Ginga BH

    O evento esportivo mais aguardado pelos amantes do futebol finalmente está prestes a começar e para o torcedor acompanhar toda essa emoção, a capital mineira recebe a edição da festa Ginga.

    Ginga é a mais fantástica celebração da torcida brasileira, é um local para curtir, assistir e celebrar os jogos e a história da seleção de um jeito bem brasileiro.

    Presente em 10 cidades do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Curitiba, entre outras, o evento promete ser o ponto de encontro dos apaixonados pelo futebol.

    O local escolhido, em Belo Horizonte, para sediar essa linda festa é o Uni-BH Buritis.

    Além de acompanhar os jogos da seleção brasileira, atrações musicais prometem animar ainda mais a torcida e deixar a busca pelo Hexa emocionante.

    Artistas como Atitude 67, L7nnon, Lucas Beat, Menos é Mais, Dilsinho, Gustavo Mioto e vários outros já estão confirmados.

    O maior projeto de Copa da cidade conta com: Projeto Oficial da FIFA na Copa do Mundo, fácil acesso e praticidade, maior estrutura de transmissão dos jogos ao vivo, evento coberto, estacionamento no local, parceria com empresas de mobilidade, stand com make up temático e grandes atrações nacionais.

    No primeiro jogo da seleção, dia 24, o Brasil enfrenta a Sérvia e o Ginga preparou uma grande estrutura com o show da banda Atitude 67.

    Donos dos hits "Saideira" e “Cerveja de Garrafa” prometem começar a busca pelo título com muito pagode.

    Já no sábado (26), um dos rappers em maior evidência na cena, L7nnon, anima os apaixonados pela Copa com suas músicas que estouraram em todo o país.

    No dia 28, Brasil x Suíça, a dupla George Henrique & Rodrigo traz o melhor do sertanejo para completar ainda mais a festa da torcida.

    Encerrando a fase de grupos, no dia 02 de dezembro, quando a seleção joga contra Camarões, Gustavo Mioto e Lucas Beat comandam o palco do Ginga.

    Com remixes estourados em todo país, o DJ promete um grande show, Mioto vem com todo seu carisma finalizar a primeira etapa da Copa.

    Nas oitavas de final o grupo Menos é Mais chega com a missão de trazer muita alegria e bastante pagode, do jeito que o brasileiro gosta.

    Já Dilsinho se apresenta nas quartas de final com seus hits de sucesso.

    Junte-se a essa torcida e venha celebrar na cidade dos apaixonados pelo Hexa.

    Os ingressos podem ser adquiridos pelo site.

  • Divulgação
    Divulgação
    GINGA - Economia, Sustentabilidade e Trabalho na Cultura Negra

    SINOPSE: Kelma Kitutu, Hérlen Romão e Nell Araújo refletem sobre a atuação profissional e empreendedora no campo da cultura negra. O encontro aborda sustentabilidade, autonomia e os desafios da economia criativa como ferramenta de fortalecimento coletivo.

     

    LOCAL: FUNARTE – Galpão 5

    CLASSIFICAÇÃO: Livre

     

    MINI BIOS:

     

     

    KELMA KITUTU
    Mestra Kelma Zenaide é mulher negra, remanescente do kilombo de Pinhões, nascida em Contagem, graduada em Letras e especializada em Literatura Africana e Afro-brasileira pela PUC-Minas. Mestre culinarista, lésbica, umbandista, escritora, sommelier de cerveja e matrigestora da Kitutu – Gastronomia Afro-brasileira: cozinha afetiva inspirada na tecnologia ancestral. Com foco no protagonismo e na valorização do ofício da mulher negra cozinheira.

     

     

    HÉRLEN ROMÃO
    É ArTivista – Ativista + Artista (Atriz, Produtora Cultural, Dramaturga, Roteirista e Encenadora), nascida, crescida e moradora do Aglomerado da Serra. É mestre em Educação e Cultura pela UFMG, Assistente Social da Educação/Estado de MG e Especialista em Gestão de Projetos e Ações em Comunidades (pela UFMG e pela Fundação Dom Cabral – FDC). É idealizadora da Escola Preta de Teatro; co-idealizadora do FAF – Festival Arte Favela, do Movimento Social de Favela Nós Por Nós e do evento encontro de samba – Samba da Resistência e o Nós Por Nós Favela Festival; componente do Coletivo Coisa de Preto (Coletivo de Cinema Negro) e fundadora, idealizadora e gestora do grupo Morro Encena, formado por mulheres negras e periféricas, e idealizadora do Teatro Favela, metodologia que une arte, território e transformação social. Sua trajetória afirma a potência da arte como ferramenta de resistência e emancipação. Mas o título que ela mais se orgulha de carregar é o de ser mulher, preta e favelada.

     

     

    NELL ARAÚJO
    Nell Araújo é Relações Públicas com habilitação em Marketing pela Universidade Católica do Salvador (UCSAL), especialista em Gestão Cultural Contemporânea pelo Itaú Cultural (SP) e em Urbanismo Social pelo Insper (SP). Atualmente, é mestrando em Desenvolvimento e Gestão Social pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como Gerente de Educação e Conteúdo da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI Brasil), à frente da Casa das Histórias de Salvador, onde coordena o programa educativo, desenvolvendo ações voltadas à valorização da memória, da cultura afro-indígena e da formação cidadã. Reconhecido por sua contribuição à cultura, à educação e à inclusão, Nell recebeu o Prêmio de Protagonismo no Mercado da Comunicação e Cultura Nacional e Internacional (Universidade Católica do Salvador), o título de Doutor Honoris Causa da Ordem dos Capelães do Brasil e o Prêmio Iyálodè 2022. Em 2024, foi homenageado com o Título de Honra ao Mérito pela Escola Baiana de Comunicação pelo trabalho desenvolvido à 

     

  • Arte Divulgação
    Arte Divulgação
    GINGA – FAN 30 Anos e FAN Rotas

    SINOPSE: Encerrando o ciclo de conversas, o encontro reúne Marcos Cardoso, Rui Moreira e Rosalia Diogo para revisitar os 30 anos do Festival de Arte Negra. A mesa propõe uma reflexão sobre as rotas percorridas, as trajetórias coletivas e os desafios futuros da arte negra em Belo Horizonte.

     

    LOCAL: FUNARTE – Galpão 5

    CLASSIFICAÇÃO: Livre

     

    MINI BIOS:

     

     

    ROSALIA DIOGO
    Rosalia Diogo é professora, curadora de Artes, curadora do Instituto Cultural Casarão das Artes Negras, diretora de Redação da Revista Canjerê, jornalista e ativista cultural. Mestra em Psicologia Social pela Universidade Federal de Minas Gerais e doutora em Letras/Literatura pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG). Pós-doutora em Antropologia pela Universidade de Barcelona. Foi coordenadora do Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado, de 2017 a 2024, e professora visitante da Universidade Eduardo Mondlane (Moçambique), entre 2024 e 2025.

     

     

    MARCOS CARDOSO
    Filósofo, mestre em História Social e doutorando em Ciência da Informação pela UFMG. Professor de História da África e pesquisador das culturas negras.

     

     

    RUI MOREIRA
    Rui Moreira é trabalhador da dança e ativista pelo direito de fruição e amplitude social das artes. Desenvolve investigação gestual focada nas expressões tradicionais patrimoniais, populares e contemporâneas do Brasil, tendo como principal atenção o diálogo envolvendo corpos, culturas e memórias como dispositivo para suas pesquisas criativas. Compôs como bailarino e atuou como criador junto a renomados elencos de companhias de dança nacionais e internacionais. Fundou e dirigiu em Belo Horizonte a Cia. SeráQuê?, a Associação SeráQuê Cultural e criou a Rui Moreira Cia de Danças. É empreendedor de ações focadas na produção e difusão de espetáculos, na promoção de processos de sensibilização e formação em dança, e na produção de seminários reflexivos sobre novos e melhores rumos sociais para a fruição das artes do corpo, com foco em dança. No ano de 2003, iniciou sua trajetória como gestor cultural, curador e diretor artístico de eventos. Realizou junto à Prefeitura de Belo Horizonte cinco edições do FAN BH, considerado o maior festival multiartístico de artes negras da América Latina. Idealizou e realizou os encontros sobre danças negras – Rede Terreiro Contemporâneo de Danças. No campo da educação, como artista convidado, ministrou o módulo Corporeidades Negras na Fundação Educacional de Macaé (RJ) e Performance e Ritual na PUC Minas Gerais. É professor de danças graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutor em Artes por notório saber, titulação outorgada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente, é diretor do recém-criado Centro de Dança da Fundação Nacional de Artes (Funarte).