Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Arte Divulgação
    Arte Divulgação
    GINGA – Juventudes e Infâncias

    SINOPSE: Marcus Carvalho, Fabiana Brasil e Negona Dance abordam a formação de jovens e crianças em contextos periféricos e de acolhimento. A conversa enfatiza o papel da arte, da educação e do afeto como caminhos de construção de identidades positivas e potentes.

     

    LOCAL: FUNARTE – Galpão 1

    CLASSIFICAÇÃO: Livre

     

    MINI BIOS:

     

     

    MARCUS CARVALHO
    Marcus Carvalho é um artista das encruzilhadas: ator, contador de histórias, músico, dramaturgo, diretor de espetáculos teatrais, arte-educador e palhaço. Nascido em Venda Nova e forjado na pedagogia insurgente do grupo Teatro Negro e Atitude, pesquisa uma teatralidade comprometida com a memória, o empoderamento e a descolonização de corpos negros. Por mais de dez anos, atuou como arte-educador em territórios periféricos. Dirigiu espetáculos dedicados às infâncias negras e, como palhaço, pesquisa um riso antirracista que ocupa hospitais, ruas e palcos, entendendo o humor como força de cura, afeto, proteção e luta.

     

     

    NEGONA DANCE
    Negona Dance, nome artístico de Welleton Carlos, é referência em dança. Moradora do Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte, construiu sua trajetória a partir do protagonismo negro, da valorização da cultura periférica e do uso da dança como ferramenta de transformação social e afirmação identitária. Atualmente, é gestora cultural, produtora, coreógrafa, arte-educadora e pesquisadora do corpo periférico, além de cursar Dança na UFMG, onde pesquisa o funk como linguagem estética, política e educacional. É diretora e coreógrafa do Grupo Identidade Oficial e integrante da CIA Favelinha, iniciativas voltadas ao empoderamento da juventude periférica. Atuou na produção do Baile Funk da Serra e de grandes eventos como o Festival de Arte Negra (FAN), Minas Con, Virada Cultural e Disputa Nervosa Nacional, além de ministrar oficinas de dança funk em escolas e projetos sociais.

     

     

    FABIANA BRASIL
    Fabiana Brasil é atriz, contadora de histórias e doutora em Literaturas de Língua Portuguesa pela PUC-MG. É graduada em Letras pela UFMG e formada no curso técnico de ator no Teatro Universitário da UFMG. Integra a Cia. Bando de Belo Horizonte, dedicada ao teatro para as infâncias. Sua trajetória, de pesquisas e práticas, segue o percurso da escrita de mulheres negras.

  • Divulgação
    Divulgação
    GINGA – Memória, Patrimônio e Encantarias

    SINOPSE: Primeira mesa do ciclo Ginga, o encontro reúne Tata Kasulembê, Débora Raiza e Makota Kidoiale para discutir a preservação das memórias afro-brasileiras e o papel das encantarias como patrimônio imaterial. A conversa propõe um olhar sobre espiritualidade, território e resistência cultural.

     

    LOCAL: FUNARTE – Galpão 5

    CLASSIFICAÇÃO: Livre

    MINI BIOS:

     

     

    MAKOTA KIDOIALE
    Makota Kidoiale é mestra e professora no Programa de Formação Transversal em Saberes Tradicionais da Universidade Federal de Minas Gerais. Liderança comunitária no kilombo e candomblé Manzo Ngunzo Kaiango, militante do Movimento Negro Unificado (MNU), membro do Conselho Internacional Deliberativo da WWF-Brasil e do Conselho Nacional do Ministério do Meio Ambiente – CNPCT, Makota Kidoiale vem participando e protagonizando as lutas contra o machismo, o racismo, a intolerância religiosa e todas as formas de discriminação. Guardiã das águas, floresta e serras gerais, contribui para uma sociedade justa e igualitária.

     

     

    DÉBORA RAIZA
    Historiadora, pesquisadora e gestora cultural, com trajetória voltada à valorização do patrimônio cultural imaterial, especialmente dos povos e comunidades tradicionais e das culturas populares e afro-brasileiras. Mestre e doutoranda em História pela UFMG, onde desenvolve pesquisas sobre participação social, patrimônios sensíveis e direitos humanos. Atuou por mais de uma década no Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais – IEPHA/MG, onde coordenou projetos de reconhecimento e salvaguarda de práticas culturais em diferentes regiões do estado. É consultora de projetos culturais, professora na Universidade Estadual de Minas Gerais no curso de especialização em Gestão e Projetos de Patrimônio Cultural, membro da Matuta – Comunidade de Pesquisa em Terreiros (Casa Pai Jacob do Oriente/UFMG) e gerente de Pesquisa e Acervo no Memorial Brumadinho.

     

     

    TATA KASULEMBÊ
    Tata Kasulembê (Alexandre Sousa da Silva) é sacerdote da tradição Kongo-Angola, pertencente à Casa de Cultura Lode Apara, em Santa Luzia – MG, onde exerce os cargos de Tata Kambondo e Xicarangoma desde 1996. Atua como pesquisador, produtor cultural e articulador de saberes tradicionais, promovendo o diálogo entre ancestralidade africana e contemporaneidade. Idealizador da página Tata Kasulembê, dedica-se à difusão da filosofia bantu, ao fortalecimento das comunidades de terreiro e à valorização da oralidade e da espiritualidade como instrumentos de resistência e educação.

  • A imagem é uma montagem onde três homens estão ao centro usando roupas de capoeira com a palavra “Gingueto” em vermelho sobre eles.
    A imagem é uma montagem onde três homens estão ao centro usando roupas de capoeira com a palavra “Gingueto” em vermelho sobre eles.
    GINGUETO

    A imagem é uma montagem onde três homens estão ao centro usando roupas de capoeira com a palavra “Gingueto” em vermelho sobre eles.

    GINGUETO

    O projeto Gingueto mostra para o público o quanto a capoeira tem transformado a vida de jovens em situação de vulnerabilidade social. Em uma intervenção ousada em duas das avenidas mais movimentadas da cidade, o grupo "Internacional Mundo Capoeira" cria um choque entre o asfalto e o gueto da capoeira.

    Classificação 10+