Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Divulgação
    Divulgação
    GIRA LITERÁRIA – Roda de conversa com Autoras e Autores Negros

    A atividade integra o FAN e a Festa Literária Internacional, reunindo autores e artistas em torno da produção literária negra contemporânea. Com mediação de Renato Negrão, a roda celebra lançamentos e reflete sobre literatura, religiosidade e oralidade como formas de criação e memória.

     

    FUNARTE – Galpão 1

    CLASSIFICAÇÃO: Livre

     

     

     

     

    RENATO NEGRÃO
    Renato Negrão é poeta, compositor, artista visual, performer, curador e arte-educador. Sua obra investiga relações entre palavra, imagem e som em livros, performances, fotografias e música. É licenciado em Artes Visuais (UEMG) e ministra cursos de escrita criativa, leitura crítica e sensível de originais. Recebeu o Prêmio Itaú Rumos Educação. Publicou dez livros, como "Odisseia Vácuo" (traduzido para alemão e inglês), "Escrevam-me", "Tu Comigo/Você foi Sonhade" e "Vicente Viciado". Está presente em antologias nacionais e internacionais. Realizou apresentações em Angola, Moçambique, Espanha, Portugal e Alemanha. Tem parcerias musicais com Alice Ruiz, Estrela Leminski e Sérgio Pererê, entre outros. Recebeu os prêmios Itaú Rumos Educação, Cultura e Arte e Zumbi de Cultura na categoria Literatura. Como curador, assinou o Circuito Literário Praça da Liberdade, Ciclo de Literatura Contemporânea (BH), Mostra de Poesia Mineira (Barcelona) e Mostra Tecendo Afrografias (Maputo e Luanda).

     

     

    PAI RICARDO
    Pai Ricardo de Moura coordena a Associação de Resistência Cultural Afro-brasileira Casa de Caridade Pai Jacob do Oriente (CCPJO), terreiro que atua há cerca de 80 anos no Buraco Quente, região da Pedreira Prado Lopes, em Belo Horizonte, uma das mais tradicionais comunidades afroperiféricas da cidade. Herdeiro dos conhecimentos da matriz Angola-Bantu transmitidos por seus pais, exerce também o cargo de Rei Congo da Guarda de São Jorge de Nossa Senhora do Rosário, no Bairro Concórdia (BH). Desde 2016, é professor convidado da Formação Transversal em Saberes Tradicionais da UFMG, onde compartilha os fundamentos dos terreiros com estudantes e professores em um espaço de diálogo entre regimes de conhecimento. Também atua como consultor, palestrante e orientador em políticas públicas voltadas à cultura, religiosidade e direitos dos povos de terreiro. É colíder do grupo de pesquisa Matuta: comunidade de pesquisa em terreiro, inscrito no diretório do CNPq, e autor do livro "Da Macega à Makaia: tramas de relação do falar negro de terreiro" (2025), desenvolvido junto ao Programa Rumos Itaú Cultural.

     

     

    MAÍRA BALDAIA
    Multifacetada e plural, Maíra Baldaia é atriz, tamborzeira, musicista, cantora, compositora, escritora, diretora, roteirista, cineasta, artista plástica e profissional de marketing cultural. Já realizou shows no Brasil, Portugal, Estados Unidos, Alemanha e Espanha. Recentemente, Baldaia lançou duas novas obras artísticas: dia 6 de novembro, estreou "OBÍ 2.0", seu quarto álbum recheado de colaborações especiais; e, dia 31 de outubro, foi a data do lançamento de seu primeiro livro, "A mulher e as águas do tempo", na Flitabira. Seu trabalho une a força da enunciação feminina, a ancestralidade e o olhar de uma artista contemporânea que ama mulheres e transforma o mundo pela arte. A música "Insubmissa" sintetiza a mensagem de Maíra Baldaia: "É que o sistema quebra quando a gente se ama!"

     

     

    JÚNIA BERTOLINO
    Mestra em dança afro, capoeirista, bailarina e arte-educadora, Júnia é filha de Dalva Santana e Elson Bertolino, naturais de Minas Gerais. Família grande de nove irmãos, Júnia é mãe de Dandara e Jahi Amani. Uma mulher negra com formação diversificada, atua há mais de 20 anos como professora, atriz, cantora, escritora, produtora cultural, terapeuta em constelação familiar e Reiki. Tem graduação em Jornalismo (PUC-Minas) e Antropologia (UFMG), com pós-graduação em Estudos Africanos, afro-brasileiros e Direito.s Humanos. É fundadora da Cia Baobá Minas e idealizadora do Prêmio Zumbi de Cultura. Como escritora, possui quatro livros publicados, entre eles "Herdeiros de Zumbi - Mestres, Grupos Culturais e Artistas homenageados pelo Prêmio Zumbi de Cultura da Cia. Baobá Minas".

     

     

    COLETIVO NEGRAS AUTORAS
    O Coletivo Negras Autoras é formado por Elisa de Sena, Júlia Tizumba, Manu Ranilla e Vi Coelho, artistas mineiras de trajetórias consolidadas e profundamente ligadas às questões da negritude e do empoderamento da mulher negra. Criado em 2015, o grupo já realizou dois espetáculos cênico-musicais, "NEGR.A" (2015) e "ERAS" (2017), este com preparação vocal de Fabiana Cozza e direção de Grace Passô, e lançou, em 2020, seu primeiro disco, disponível em todas as plataformas digitais. Com apresentações em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e até em Portugal, o coletivo afirma-se como uma iniciativa potente que amplia e fortalece as vozes negras no cenário artístico contemporâneo.

  • Gira
    Gira
    Gira - Mercado Novo

    A Gira é um sopro moderno e jovem em um mercado tradicional, que além do vinho, também promove um processo agrícola mais consciente e sustentável. Localizado no Mercado Novo o espaço propõe um jeito despretensioso de se beber vinho.

  • Giramundo e Cia Pé de Moleque inauguram Circuito em Casa

    Com uma conversa cheia de afeto e um repertório que fez as crianças cantarem juntos, Giramundo e a Cia. Pé de Moleque abriram as as atividades do Circuito Municipal de Cultura em Casa. No sábado, dia 23, Beatriz Apocalypse e Marcos Malafaia, integrantes do grupo de teatro de bonecos, compartilharam memórias sobre a companhia fundada por Álvaro Apocalypse. Já no domingo, dia 24, Isaac Luis e Juliana Daher, da Cia. Pé de Moleque, animaram a garotada com contação de histórias e músicas ao vivo. As transmissões simultâneas foram feitas pelo Youtube da Fundação Municipal de Cultura e pelo Facebook e Instagram do Circuito.


    Giramundo


    Neste ano, o Giramundo completa 50 anos de atividades. Fundado em 1970, conta com mais de 36 espetáculos no currículo e um acervo com mais 1.500 bonecos! No bate-papo, os dois fundadores do grupo falaram sobre a trajetória e história do Giramundo, assim como dos espetáculos marcantes do grupo e outras curiosidades.


    “Nunca imaginei fazer teatro de bonecos. Foi um projeto imprevisível. Começou lá em Lagoa Santa, foi para a faculdade de Belas Artes e hoje estamos aí com meio século de história”, contou Marcos Malafaia. Para as comemorações do aniversário, os organizadores revelaram que o público pode esperar a estreia digital de um espetáculo. Tem ainda, exposição comemorativa, festival e livro.


    Prepare-se para mais Giramundo às quintas-feiras. Até o dia 02 de julho, você vai conferir pílulas com personagens que contam um pouco a história de alguns de seus espetáculos e a história do grupo. Os conteúdos estarão disponíveis no YouTube da Fundação Municipal de Cultura e no nosso Instagram e Facebook.


    Para a criançada


    Já na tarde do domingo, dia 24, A Cia. Pé de Moleque fez uma live com narração de histórias de livros infantis com muita música e animação. Desde 2013, o grupo leva diversão e cultura para o público infantil. Além de propor brincadeiras para as crianças, Isaac Luis e Juliana Daher falaram sobre a da importância da leitura e de brincadeiras na infância. 


    O Circuito Municipal de Cultura em Casa é realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, e em parceria com o Centro de Intercâmbio e Referência Cultural – CIRC. Até o fim do isolamento social, você vai ver atividades de diferentes linguagens artísticas online. Serão realizadas lives de música e teatro, além de exibições de curtas, filmes e muito mais. Toda a programação respeita os protocolos de saúde vigentes. Não perca nenhuma atividade!