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  • Letra em Cena: Pedro Nava - Com Antônio Sérgio Bueno
    Letra em Cena: Pedro Nava - Com Antônio Sérgio Bueno
    "Letra em Cena. Como Ler..." Pedro Nava - Com Antônio Sérgio Bueno

    BAÚ DE PEDRO NAVA⠀
    Dia 01 de setembro, às 20h, será realizada mais uma transmissão do “Letra em Cena on-line”, desta vez homenageando Pedro Nava (Juiz de Fora, 1903 – Rio de Janeiro, 1984).

    A obra do escritor mineiro será analisada pelo professor de literatura da UFMG Antônio Sérgio Bueno, em entrevista ao curador do programa literário do Minas, jornalista José Eduardo Gonçalves.

    A leitura dos textos de Pedro Nava será feita pelo ator Odilon Esteves.⠀

    Considerado como um dos mais importantes memorialistas do Brasil, Pedro Nava escreveu sete livros, nos quais mostra um painel completo da cultura e dos costumes brasileiros, nos séculos XIX e XX. ⠀⠀

  • “Letra em Cena, Como ler...” - MTC Cultura
    “Letra em Cena, Como ler...” - MTC Cultura
    “Letra em Cena, Como ler...” Raquel de Queiroz - MTC Cultura

    A sessão de abril do programa literário do Centro Cultural Unimed-BH Minas, “Letra em Cena.Como ler...” será dedicada às letras da cearense Rachel de Queiroz, sob o olhar de Xico Sá, jornalista e escritor, conterrâneo da focalizada.

    Numa conversa com José Eduardo Gonçalves, curador do projeto, Xico analisará a forma de escrita e as ações da escritora por meio de seu trabalho a partir da observação da sociedade. 

    “Sem precisar ser panfletária, Rachel fez a grande denúncia sobre os problemas sociais dos nordestinos”, diz.

    A sessão será no dia 19/4, terça-feira, às 20h, no canal oficial do Minas Tênis Clube no Youtube. 

    A leitura de textos da Rachel será feita pela atriz Raquel Pedras 

    19/4 (terça-feira)  20h 

    Canal oficial do Minas Tênis Clube no YouTube

  • Letra em Cena... Como Ler Sophia de Mello Breyner - MTC Cultura
    Letra em Cena... Como Ler Sophia de Mello Breyner - MTC Cultura
    Letra em Cena... Como Ler Sophia de Mello Breyner - MTC Cultura

    A obra de Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004) será o tema do “Letra em Cena. Como ler...”, programa literário do Centro Cultural Unimed-BH Minas, no dia 20/9, terça-feira, às 19h, no Café do espaço público cultural do Minas Tênis Clube.

    O professor de literatura brasileira da Universidade Federal do Rio de Janeiro e poeta Eucanaã Ferraz estará no café e fará uma palestra sobre a obra dessa poeta portuguesa com ascendência dinamarquesa e a primeira mulher a ser laureada com o Prêmio Camões, em 1999.

    As inscrições gratuitas podem ser feitas no site da Sympla. A primeira publicação de Sophia foi o livro “Poesia”, em 1944. Eucanaã Ferraz diz, no prefácio da antologia “Sophia de Mello Breyner Andresen [coral e outros poemas]”, que seu livro de 1944 “trouxe à luz uma poeta que parecia desde já madura. (...) Já no livro de estreia estão presentes temas que percorriam a obra inteira de Sophia como grandes marcos: o mar, o jardim, as mãos, a noite, a luz, a mitologia grega”, observa.

    O professor também aponta que logo na primeira obra, a poeta do Porto já imprime o “ritmo inconfundível dos versos bem cortados e sua música compassada, como se, vagarosamente, a voz tocasse as coisas do mundo. Está lá a poeta que, atenda, vê e escuta o que está a sua volta, bem como seu gosto pela clareza e pela nitidez”, atesta.

    Autora de cerca de 21 publicações de poesia, pode-se dizer, segundo o filósofo e escritor Gustavo Bastos, que “não traz novidades de estilo ou técnica, não faz experimentos inéditos, mas toma da forma clássica de expressão poética, de um predomínio lírico em sua dicção, para descortinar um mundo natural que pulsa e se funda em sua visão que vai deste olhar direto sobre a natureza, o mar, por exemplo, aos temas mitológicos, que muitas vezes se relacionam com esta sua temática do mar.”

    Sobre o mar na obra de Sophia, cabe resslatar que O disco de Maria Bethânia lançado em 2006, intitulado "Mar de Sophia", apresenta a declamação da intérprete brasileira de poemas da portuguesa.

    Poeta cuidadosa, Sophia, segundo observação de Eucanaã em seu prefácio da antologia da obra da portuguesa, diz que ela não tinha problemas com reedições de seu trabalho . “Sempre atenta (palavra de sua predileção, associada a ‘antena’) ao destino de seus livros, Sophia não raro reconsiderou as sucessivas edições de seus livros, retirando ou acrescentando poemas, suprimindo ou corrigindo datas, alterando composições estróficas, entre outras mudanças”, disse.

    Mais que um estudioso da obra de Sophia, Eucannã Ferraz é um admirador profundo de sua obra. Em entrevista para o site Jogos Florais, o poeta revelou que conheceu Sophia. “Fui levado à casa dela pelo Gastão Cruz (poeta português – 1941-2022), foi muito emocionante e importante para mim, eu jamais esquecerei.

    Depois, transformei esse encontro num poema. Então seria isso, uma coisa que para mim foi marcante”, revelou.