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  • Mostra: “Veredas Antropofágicas: Cinema e Modernismo em Minas Gerais” | Cine Humberto Mauro
    Mostra: “Veredas Antropofágicas: Cinema e Modernismo em Minas Gerais” | Cine Humberto Mauro
    Mostra: “Veredas Antropofágicas: Cinema e Modernismo em Minas Gerais” | Cine Humberto Mauro

    O Palácio das Artes promove, de 2 a 9 de setembro, a mostra “Veredas Antropofágicas: Cinema e Modernismo em Minas Gerais”. Pensada em três eixos, a programação explora o cinema pioneiro de Humberto Mauro, a produção inventiva de realizadores da década de 1960, 1970 e 1980 e culmina com a exibição da produção mineira contemporânea influenciada pelo movimento modernista brasileiro.

    Dentre as obras exibidas estão "O descobrimento do Brasil", de Humberto Mauro, "Um filme 100% Brazileiro", de José Sette de Barros, “Quando o Gavião Vem Dançar Conosco: um Ritual Maxacali”, de Isael Maxakali, Suely Maxakali e Renata Otto. A mostra é gratuita e acontece no Cine Humberto Mauro.

    Programação: 

    02/09 SEX

    13h - CURTA NO ALMOÇO | 24min | Livre

    Under the White Mask: The Film That Haesaerts Could Have Made (Matthias De Groof,

    Bélgica, 2020 ) | Livre| 9min

    Colmeia (Maurício Chades, Brasil, 2021) | 15’ | Livre

    17h CURTAS HUMBERTO MAURO - MODERNO E MINEIRO | 67min

    Henrique Oswald – Berceuse (Humberto Mauro, BRA, 1942) |Livre | 8 min;

    Fantasia Brasileira – Concerto para piano e orquestra de J. Octaviano (Humberto Mauro, BRA,

    1942) | Livre | 11min;

    Ponteio – 2o Concerto para piano e orquestra de Heckel Tavares (Humberto Mauro, BRA,

    1941) | Livre | 10min;

    O João de Barro (Humberto Mauro, BRA, 1956) | Livre | 21min;

    A Velha a Fiar (Humberto Mauro, BRA, 1964) | Livre | 7min;

    Carro de Bois (Humberto Mauro, BRA, 1974) | Livre | 10min.

    19h Um Filme 100% Brazileiro, de José Sette (BRA, 1985) | 16 anos | 1h24

    03/09 SÁB

    16h Bang Bang (Andrea Tonacci, BRA, 1971) | 16 anos | 1h33

    18h A Vida Provisória (Maurício Gomes Leite, BRA, 1968) | 16 anos | 1h28

    20h Crioulo Doido, de Carlos Alberto Prates Correia (BRA, 1970) | 16 anos | 1h03

    04/09 DOM

    18h O Descobrimento do Brasil (Humberto Mauro, BRA, 1937) | Livre | 60’

    19h30 Sangue mineiro (Humberto Mauro, BRA, 1930) | Livre | 82’

    05/09 SEG

    16h Quando o Gavião Vem Dançar Conosco: um Ritual Maxacali (Isael Maxakali, Suely

    Maxakali e Renata Otto, BRA, 2012) | 52min | Esta sessão é realizada a partir do acervo Filme

    em Minas.

    17h30 Mutum, de Sandra Kogut (BRA, 2007) | Livre | 1h30| Esta sessão é realizada a partir

    do acervo Filme em Minas.

    19h30 Cabaret Mineiro, de Carlos Alberto Prates Correia (BRA, 1979) | 18 anos | 1h15

    06/09 TER

    15h CURTAS BRASILIANAS| Livre | 54min|

    Canções Populares “Chuá... Chuá...” e “A Casinha Pequenina” (Humberto Mauro, BRA, 1945)

    | 7min;

    “Azulão” e “O Pinhal” (Humberto Mauro, BRA, 1948) | 8min;

    Aboio e Cantiga (Humberto Mauro, BRA, 1954) | 10min

    Cantos de Trabalho - Música Folclórica Brasileira (Humberto Mauro, BRA, 1955) | 10min;

    Manhã na Roça - O Carro de Bois (Humberto Mauro, BRA, 1956) | 8min

    Meus Oito Anos - Canto Escolar (Humberto Mauro, BRA, 1956) | 11min.

    17h Sagrada Família, de Sylvio Lanna (BRA, 1970) | 12 anos | 1h25

    19h Bang Bang (Andrea Tonacci, BRA, 1971) | 16 anos | 1h33

    07/09 QUA

    Feriado - Independência do Brasil

    08/09 QUI

    15h La Belle Époque (André Martins Borges, BRA, 2012) | Livre | 70min | Esta sessão é

    realizada a partir do acervo Filme em Minas.

    09/09 SEX

    13h CURTAS PERSPECTIVAS PARA O FUTURO | 16 anos | 59min

    Úrsula (Chris Tigra, BRA, 2021) |7min.

    Abdução (Marcelo Lin, BRA, 2018) | 30min.

    A Mulher que eu Era (Karen Suzane, BRA, 2018) | 12min

    App (Aisha Brunno, BRA, 2021) | 10min

     

  • Mostra “Vertentes”
    Mostra “Vertentes”
    Mostra “Vertentes”

    De 24 a 27 de junho, de quinta a domingo, sempre às 20h, acontece a Mostra “Vertentes” - uma diversidade de trabalhos musicais e cênicos, criados para o Youtube, pela geração de artistas inspirados por João das Neves e Titane, que, em 2005, surge com a Associação Campo das Vertentes.

    De 15 anos para cá, Bia Nogueira, Amorina, Irene Bertachini, Rodrigo Jerônimo, Michelle Ferreira, Vânia Silvério, Larissa Horta, Rubens Aredes, Kátia Aracelle e Jardel Rodrim trilharam, para além da associação, caminhos estéticos próprios, com produções autorais instigantes, que têm reverberado na cena belo-horizontina contemporânea.

    E agora, durante a mostra, essas trajetórias ganham uma série de quatro vídeos artísticos, com duração de 25 minutos cada, roteirizados por Brisa Marques e Irene Bertachini.

    Este projeto tem idealização da cantora Titane, com recursos do Edital Lab. da Lei Aldir Blanc de Minas Gerais. Em razão da pandemia, os trabalhos da mostra foram previamente gravados dentro dos protocolos de segurança no estúdio Engenho e no parque Lagoa do Nado (local das primeiras oficinas da associação).

    A direção de arte é de Lucas Bois.

    Os vídeos ficam disponíveis, por tempo indeterminado, no canal do Youtube da Associação Campo das Vertentes. Durante as exibições, os artistas vão interagir no chat, ao vivo, com o público.

    “Nestes encontros virtuais, vamos levar para cena, ou melhor, para a frente das câmeras, a inquietude dos artistas navegantes desse rio de vários braços que é nossa associação.

    Os trabalhos e as histórias que trazemos hoje têm vida própria e foram construídos a partir de narrativas individuais, sustentadas por uma força coletiva”, relata a cantora Titane.

    Dentre os trabalhos de repertório da Associação Campo das Vertentes (2004), destaque para algumas obras premiadas, como “Madame Satã” (2007) e “Titane e o Campo das Vertentes” (2010).

    Com direção de João das Neves, as montagens tiveram sucesso de público e crítica, circulando por diversas cidades brasileiras. “Agora vamos na contramão.

    É a vez das potências individuais darem corpo ao coletivo. Cada vídeo da mostra ‘Vertentes’ coloca em foco a produção musical e teatral de cada artista, celebrando as histórias e vivências individuais, dentro dos processos de formação e criação realizados pela Associação Campo das Vertentes”, completa a coordenadora artística da mostra Irene Bertachini.

    Os trabalhos solos apresentados durante o evento colocam em evidência temáticas como a arte negra, a arte feminina, arte como resistência e o corpo em cena.

    Os vídeos trazem entrevistas, apresentações musicais e cênicas, canções autorais dos artistas que participam da mostra e poemas dos consagrados João das Neves, Sérgio Pererê e Eduardo Galeano. “Sem dúvidas, a força da arte feminina é uma das chaves que nos permite harmonizar os desequilíbrios, ao longo da história.

    É muito importante que nossas vozes, como mulheres, sejam ouvidas”, diz Amorina, compositora e cantora da Mostra.

    No dia 24/06, quinta, Bia Nogueira e Kátia Aracelle inauguram a mostra. Duas forças conectadas às raízes pretas e suas histórias de coragem e resistência. Mulheres, mães e atrizes, estiveram juntas no espetáculo “Madame Satã”. Bia é também cantora e gestora cultural, além de integrar coletivos de BH, como o IMUNE. Kátia, reinadeira, já ganhou prêmios no teatro, como atriz e, no cinema, atuou em filmes como “Arábia”, “Baixo Centro” e “Plano Controle”.  Ambas fazem parte do espetáculo “Dandara”, em processo de criação.

    Djonga é outro parceiro de trabalho em comum das duas. Irene Bertachini e Rodrigo Jerônimo abrem o dia 25/06, sexta. Pesquisadora da cultura popular brasileira, da voz e das poesias brincantes, Irene canta, compõe, toca e tem discos lançados no Brasil e mundo afora. “Irene Preta, Irene boa”, “Revoada” com Leandro César, “Lili canta o mundo” com Cristiano Gouvêia e Coletivo ANA. “Revoada” recebeu o prêmio “Flávio Henrique pelo BDMG Cultural como melhor álbum de canção de 2017. Além de integrar projetos em parceria, é de inventar e criar histórias. Rodrigo é multiartista, diretor, dramaturgo e gestor cultural, fundou o Grupo dos Dez (coletivo de teatro) e coordenou projetos de arte negra.  Escreveu e dirigiu Madame Satã, ao lado de Marcos de Farias e João das Neves, com quem trabalhou durante 17 anos. Rodrigo estreia em breve trabalho sobre Baquaqua, africano escravizado no Brasil que escreveu a própria biografia.

    Já em 26/06, sábado, é a vez de conhecer Michelle Ferreira, Rubens Aredes e Jardel Rodrim, artistas que ocupam o espaço público. Jardel é instrumentista, compositor, arranjador e trabalhou com Amorina, Bia Nogueira, Filipe Gaeta, Fabrício Belmiro e Titane. Um dos fundadores do “Grupo dos Dez”, desenvolve solo chamado “Insulamento”, em locais abandonados de BH, no pós-pandemia. Atriz, com trajetória apoiada na política pública, Michelle pesquisa sobre povos e comunidades tradicionais.  Entre vários trabalhos, desenvolveu “Ogum”, escrito e concebido por ela. Também atua na arte-educação e na música. A trajetória de Rubens passa também pelas periferias e cultura popular. O carnaval é sua forma de resistir, em cortejos do “Então Brilha” e do “Bloco Coração Leviano”. Manifesta conexão com a educação e criou escola de canto e consciência corporal que leva seu nome. Prepara-se para lançar os singles Mama América e Operárium Brasilienses.

    E no dia 27/06, domingo, três vozes femininas: Amorina - cantora, compositora, produtora e defensora dos direitos das mulheres, do povo negro e da comunidade LGBTQIA+. Uma das idealizadoras da "Mostra Mulheres Criando" e do “Festival Sonora”, participa dos blocos de carnaval “Haja Amor” e “ClandesTinas”, que apoia mulheres em situação de risco. Prepara lançamento de IPALỌLỌ, álbum solo como cantora. Larissa Horta é instrumentista. Já tocou em várias bandas mineiras acompanhando artistas, como a própria Amorina, Fernanda Takai, Luiz Rocha, Flávia Ellen e Marina Machado, e o bloco de carnaval “Truck do Desejo”.

    Em 2021, assume disco solo, com foco no baixo e participações femininas protagonizando as composições instrumentais. Vânia Silvério vem da poesia: atriz, pesquisadora, arte-educadora em projetos ligados aos direitos humanos e produtora cultural.

    A partir de memórias pessoais, cria trabalhos artísticos com idosos, mulheres e em comunidades periféricas.

    Integrante do “Mamãe tá na Plateia Grupo de Teatro”.

    A proposta é que a Mostra Vertentes continue durante o ano, com apresentações abrangendo mais artistas que passaram pela Associação. “É uma forma de nos mantermos vivos e conectados como artistas resistentes a tanta opressão, violência e aniquilamento cultural.

    A arte é lugar dos discursos possíveis e da liberdade de expressão em todas as linguagens”, completa Titane.

  • Mostra Virtual - "Amilcar de Castro - 100 anos"
    Mostra Virtual - "Amilcar de Castro - 100 anos"
    Mostra Virtual - "Amilcar de Castro - 100 anos"

    Em comemoração aos 100 anos do artista mineiro, Amilcar de Castro, grande escultor brasileiro e ícone da arte neoconcreta, a @dangaleria realiza uma mostra que reúne mais de 30 pinturas, esculturas e desenhos do artista.

    O público pode visitar toda a exposição, virtualmente, por meio do viewing room da galeria e conhecer um pouco mais sobre a história de Amilcar, tendo acesso, inclusive, a textos e depoimentos de críticos, artistas e amigos dele.