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  • PBH CELEBRA 10 ANOS DO MUSEU CASA KUBITSCHEK COM EXPOSIÇÃO E LANÇAMENTO DE LIVRO

    Mostra “Traçar Moderno: Construindo Formas e Trajetórias” destaca a importância do acervo do museu e suas relações com o modernismo; evento recebe ainda o lançamento da publicação “Museus, Educação e Território: experiências educativas na Pampulha”


    O Museu Casa Kubitschek (MCK) celebra uma década de atuação e para comemorar preparou uma programação para lá de especial: inauguração da exposição “Traçar Moderno: Construindo Formas e Trajetórias” e  lançamento do livro “Museus, Educação e Território: experiências educativas na Pampulha”. As atividades acontecem no MCK, dia 27 de junho, quinta-feira, às 19 horas.

    As atividades são realizadas pela Prefeitura de Belo Horizonte em parceria com o Instituto Lumiar e a publicação tem o apoio cultural do Ministério Público do Estado de Minas Gerais, através de recursos do Fundo Especial do Ministério Público - FUNEMP. As  ações integram o projeto Museus Pampulha, que busca fortalecer as atividades  realizadas pelo Museu de Arte da Pampulha (MAP), o Museu Casa Kubitschek (MCK) e a Casa do Baile - Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design. Todas as atrações são gratuitas e a programação completa pode ser acessada no site do projeto.

    Após uma década de convivência e interação com os visitantes, o Museu Casa Kubitschek lança um olhar sobre o seu acervo, que ressalta sua importância para a reflexão acerca do modernismo brasileiro com a exposição “Traçar Moderno: Construindo Formas e Trajetórias”. Com curadoria de Ana Karina Ribeiro Bernardes, Claudia Vianna Lima e Isabela Tavares Guerra, a mostra busca destacar a importância do Museu para o cuidado, preservação e pesquisa desse acervo que é referencial para o design, a arquitetura e paisagismo modernistas.

    Para isso, evidencia-se a relação do MCK com o Conjunto Moderno da Pampulha no qual está inserido, de seu mobiliário com a vanguarda modernista e a tradição artesanal da marcenaria e carpintaria, assim como ressalta as mãos e as personalidades que fizeram parte da construção desse espaço.

    “A exposição ‘Traçar Moderno: Construindo Formas e Trajetórias’ faz esse convite para transcender a visão tradicional do modernismo como um movimento elitista e monumental. Ao vivenciar o cotidiano da casa, de seu acervo e sua história, é possível reconhecer a essência humanista e atemporal do modernismo, presente na simplicidade dos espaços, na funcionalidade do design e na valorização da natureza. Para além da mostra, o lançamento do livro ‘Museus, Educação e Território: experiências educativas na Pampulha’ ressalta a dimensão de um museu que se dá no encontro, que existe na relação com quem o ocupa, onde se pode operar o conhecimento, criar novas narrativas, em local de escuta e acolhimento. É a partir desses encontros mediados pelas equipes educativas que se torna possível perceber a Pampulha, para além de sua importância e exuberância arquitetônica, mas também como um território que se renova a partir dos seus usos, de sua ocupação e das diversas memórias que a formam”, afirma Eliane Parreiras, Secretária Municipal de Cultura.

    Importante documento do espaço doméstico modernista, o local foi a residência de fim de semana do então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek, uma das figuras que merecem destaque na exposição. Dona Juracy, antiga moradora da Casa, antes de ela se tornar um espaço museológico, também é reverenciada.

    Para ampliar o diálogo, a curadoria convidou artistas contemporâneos para contribuir com suas percepções sobre os temas relacionados ao Museu. Por meio da linguagem da fotografia e das projeções, o artista Haroldo Saboia (CE) dá destaque aos gestos, a partir da ideia das pessoas que constroem a história desse espaço. Também ligado a esse conceito, um vídeo resgata a memória, presença e tradição dos marceneiros e carpinteiros de BH, evidenciando não apenas o passado dessa arte tão fundamental para o mobiliário modernista, mas também a continuidade e a sobrevivência desse ofício.

    Elisa Campos (MG) explora o jardim do museu, que é revisitado pelas obras da artista plástica. O terceiro convidado é o artista belo-horizontino Daniel Nunes Lise, que constrói uma paisagem sonora contemporânea da Pampulha, que pulsa tanto a vida natural quanto a urbana desse território, destacando alguns espaços icônicos como o Parque Guanabara, o Mineirão e o Zoológico, entre outros.

    A exposição “Traçar Moderno: Construindo Formas e Trajetórias” pode ser visitada  de quarta-feira a domingo, das 10h às 18h, com entrada gratuita.


    Publicação destaca projeto educativo dos Museus da Pampulha

    O Museu Casa Kubitschek realiza , também no dia 27 de junho, o lançamento da publicação “Museus, Educação e Território: experiências educativas na Pampulha”, que consolida os últimos quatro anos de pesquisa e atividades dos setores educativos dos Museus da Pampulha. O livro tem o importante papel de demonstrar como as atividades educativas podem ser o coração dos espaços museológicos e que, embora aconteçam aliadas às exposições, vão além delas, trazendo aspectos dos territórios, da relação com moradores, turistas  e visitantes, e realizando a mediação da paisagem cultural da Pampulha.

    Feita a muitas mãos, a publicação reúne artigos, em forma de relatos, de diversos educadores que atuam ou atuaram nos equipamentos museológicos da Pampulha, a partir das práticas e experiências de quem executa esse trabalho e que está na relação direta com os diversos públicos que perpassam esses espaços.

    Serviço:
    Abertura da exposição “Traçar Moderno: Construindo Formas e Trajetórias” e lançamento do livro “Museus, Educação e Território: experiências educativas na Pampulha”
    Data: 27 de junho de 2024
    Horário: 19h
    Local: Museu Casa Kubitschek (av. Otacílio Negrão de Lima, 4.188)

  • PBH celebra oito anos do Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado

    Programação especial acontece entre os dias 11 e 14 de abril e reúne shows da banda Suvaco Xêroso, da cantora Giselle Couto e do grupo Velha Guarda Baluartes do Samba, além do espetáculo “Três Fadas Moribundas”; atrações são gratuitas

    Em 2024, a Prefeitura de Belo Horizonte comemora os oito anos do Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado com programação especial que acontece entre os dias 11 e 14 de abril, integrando o Circuito Municipal de Cultura. Localizado no bairro Alípio de Melo, na Região da Pampulha, o equipamento cultural recebe os shows da banda Suvaco Xêroso, da cantora Giselle Couto e do grupo Velha Guarda Baluartes do Samba, além do espetáculo cênico musical “Três Fadas Moribundas”, direcionado a públicos de todas as idades. Os ingressos para todas apresentações são gratuitos e devem ser retirados pelo site da Sympla.

    Mais informações podem ser encontradas nas redes e no site do Circuito Municipal de Cultura, projeto realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Instituto Odeon. Esta programação tem apoio cultural do Ministério Público do Estado de Minas Gerais.

    Primeiro complexo multicultural construído fora do perímetro da avenida do Contorno, em Belo Horizonte, o Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado foi inaugurado em 2016. Fruto do esforço da comunidade do entorno nas deliberações do Orçamento Participativo, o equipamento faz homenagem a duas personalidades importantes para a cultura da cidade: o imigrante japonês Yoshifumi Yagi, antigo morador do Alípio de Melo, falecido em 2009, que protagonizou várias iniciativas pela melhoria da qualidade de vida do bairro e idealizou o pólo cultural; e o premiado figurinista, cenógrafo e professor Raul Belém Machado, figura fundamental das artes cênicas em Minas Gerais, falecido em 2012.

    Com área total de 6.655,62 m², o equipamento é composto por dois ambientes: um espaço aberto, denominado Esplanada, com capacidade para mil espectadores; e a Sala de Teatro, com capacidade para 160 pessoas, que leva o nome de Teatro Raul Belém Machado. Entre 2017 e 2023, foram realizadas 793 atividades no Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado, totalizando um público de mais de 67 mil espectadores.

    Nesses oito anos, o espaço vem promovendo eventos que visam resgatar as identidades da comunidade e das festas populares e tradicionais. A ocupação da Sala de Teatro se dá prioritariamente por meio de editais públicos anuais para a seleção de espetáculos culturais, com atrações artísticas e ações formativas, espetáculos teatrais, circenses, shows, oficinas, bailes de carnaval, festas juninas, entre outras. Em seu calendário, o equipamento abre espaço para atividades das comunidades cigana e circense e de festas como o “Arraialzinho” e o “Carnavalzinho”, além do projeto especial “Quinta no Raul”, que propõe shows musicais nas noites de quinta-feira.

    Programação de aniversário

    A comemoração dos oito anos do Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado começa com um Quinta no Raul, no dia 11 de abril, às 20h, com a banda Suvaco Xêroso. Criado em 2018 com o intuito de promover o ritmo do forró tradicional, em diálogo com outros estilos musicais dançantes da música popular brasileira, o grupo apresenta um repertório que inclui canções de artistas como Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Fagner, Zé Ramalho e Gal Costa, entre outros. Além do cuidado com a construção dos arranjos, a banda busca estabelecer uma conexão com o público presente em seus shows, promovendo um ambiente descontraído com o caráter performativo presente em diversas músicas. O grupo é formado por David Lima (baixo e vocais), Geovane Sassá (percussão e vocais), Júlio Vianna (vocalista), Rafael Tibeiça (triângulo e caixa) e Thiago Gazzinelli (sanfona e vocais).

    No dia 12, sexta, às 20h, é a vez da cantora Giselle Couto apresentar o show do projeto “Sem Samba Não Dah”, nome da roda de samba criada pela artista e caracterizada pelo repertório vibrante de sambas e brasilidades, cheio de músicas “para cantar junto”. Uma das cantoras de samba mais talentosas da cidade, Giselle Couto estará acompanhada no palco pelos músicos Gustavo Monteiro (violão sete cordas), Anderson Augusto (cavaquinho), Lipe Cordeiro e Cleyton de Souza (percussões). Revelada na cena do samba de BH em 2002, Giselle Couto tem dois discos autorais na bagagem, sendo o último “Natureza”, de 2019, que traz direção musical de Thiago Delegado, com participação especial e arranjos de Sérgio Pererê.

    Já no dia 13, sábado, também às 20h, quem se apresenta é a Velha Guarda Baluartes do Samba. Formado em 2000, o grupo é composto por sete renomados bambas da velha guarda que decidiram se unir para difundir o samba mineiro no cenário nacional: Nonato do Samba, Fabinho do Terreiro, Lulu do Império, Bira Favela, Raimundo do Pandeiro, Paizinho do Cavaco e Evair Rabelo. Estes sambistas têm entre 30 e 45 anos de atuação no samba de Minas e, alguns, como Nonato do Samba e Raimundo do Pandeiro, possuem experiência internacional. Além de intérpretes, muitos são compositores, como no caso de Fabinho do Terreiro - que tem obras gravadas por Zeca Pagodinho, Agepê e Neguinho da Beija-Flor.

    Fechando a programação especial, no dia 14, domingo, às 17h, o  Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado recebe a peça “Três Fadas Moribundas”. O espetáculo cênico musical tem direção de Joyce Malta, dramaturgia do premiado artista mineiro Byron O’Neill, e atuação de Carol Oliveira, Paloma Mackeldy e Gustavo Djalva. Na narrativa, as fadas procuram pela asa perdida de uma delas e, no meio dessa busca, falam sobre amizade, perdão e afeto. “Três Fadas Moribundas” é um espetáculo que não se anuncia como uma ficção, mas como uma peça que - por meio do jogo teatral, da música e da bufonaria - questiona padrões rígidos do que é considerado sublime ou grotesco, racional ou insano.

    SERVIÇO | CIRCUITO MUNICIPAL DE CULTURA
    Aniversário do Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado
    Quando. De 11 a 14 de abril
    Onde. Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado (Rua Leonil Prata, s/n - Alípio de Melo) 
    Quanto. Ingressos são gratuitos e devem ser retirados pela Sympla

    PROGRAMAÇÃO
    Aniversário do Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado

    11/4, quinta-feira, às 20h 
    Show Suvaco Xêroso
    Link para ingressos: https://tinyurl.com/cjve2cc4

    12/4, sexta-feira, às 20h 
    Show Giselle Couto - “Sem Samba Não Dah”
    Link para ingressos: https://tinyurl.com/56nef56u

    13/4, sábado, às 20h 
    Show Velha Guarda Baluartes do Samba
    Link para ingressos: https://tinyurl.com/5b8bu4su

    14/4, domingo, às 17h
    Espetáculo “Três Fadas Moribundas”
    Link para ingressos: https://tinyurl.com/ye29ms48 

  • PBH CELEBRA O MÊS DA MULHER NOS EQUIPAMENTOS CULTURAIS DA PAMPULHA

     

    Agenda de março da Casa do Baile, do Museu de Arte da Pampulha e do Museu Casa Kubitschek celebra o Dia Internacional da Mulher em atividades artísticas, formativas e culturais ao longo do mês; oficinas de formação para educadores também são destaques da programação

     

    Março é sinônimo de luta para as mulheres em todo o mundo. No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher e a busca por direitos iguais, os equipamentos culturais da Pampulha lançam um olhar especial para figuras femininas e seus respectivos legados artísticos e culturais que são desdobrados em uma intensa agenda de atividades educativas. 

     

    Todas as atrações são gratuitas e integram o projeto Museus Pampulha, realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte em parceria com o Instituto Lumiar, na busca pelo fortalecimento das ações realizadas pelo Museu de Arte da Pampulhao Museu Casa Kubitschek e a Casa do Baile - Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design, por meio de exposições, atividades formativas e apresentações culturais. A programação completa pode ser acessada no site do projeto

     

    No dia 8 de março, no contexto do Dia Internacional da Mulher, das 10h às 18h, a equipe do Educativo da Casa do Baile realiza uma edição especial da mostra “Rostos da Pampulha”, que irá apresentar apenas figuras femininas, em blocos interativos dispostos no Espaço Cobogó. O público ainda poderá conversar com a equipe de mediadores e conhecer melhor algumas personalidades importantes e emblemáticas presentes na história da Pampulha, entre elas: Juracy Guerra, que habitou o espaço que hoje abriga o Museu Casa Kubitschek por muitos anos; Sá Don´Anna, proprietária de terras na Pampulha Velha e figura religiosa; Sara Kubitschek, esposa de Juscelino Kubitschek e reconhecida por promover bailes beneficentes na Casa do Baile; e Mana Coelho, primeira mulher a fotografar os eventos esportivos na Pampulha.

     

    Também no dia 8 de março, às 14h, a Casa do Baile - Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design promove a atividade “Mulheres e o Autismo”, um encontro com Sophia Mendonça, mulher trans autista, e sua mãe, Selma Sueli Silva, mulher autista, para um bate-papo aberto ao público.  Elas possuem um canal no Youtube, "O Mundo Autista", em que falam de suas vivências como mãe e filha que convivem com o transtorno do espectro do autismo e desmistificam mitos, esclarecem dúvidas, conscientizam e trazem informações que visam ao combate do preconceito contra as pessoas autistas. 

     

    A programação especial segue com a “Visita mediada - Jardim dos afetos de Dona Juracy, com oficina de carimbaria botânica”, que acontece no dia 9 de março, às 15h, no Museu Casa Kubitschek. Nela, os participantes são convidados a percorrer os jardins que por décadas foram cuidados por Dona Juracy Guerra, que habitou por muitos anos a casa modernista que hoje abriga o museu. Serão exploradas as características artísticas, históricas e botânicas do jardim, inspirando os participantes a criarem seus próprios jardins por meio da oficina de carimbos de espécies botânicas. Para participar é necessário inscrição prévia pelo e-mail educativos.ck@pbh.gov.br

     

    No dia 16 de março, às 15h, o projeto Ateliê Pampulha realiza a edição especial “Livro de artistas mulheres”, no Centro de Documentação (Cedoc) do Museu de Arte da Pampulha, localizado atualmente no MCKSerão explorados aspectos da riqueza da expressão artística feminina através de publicações visuais, destacando a contribuição única de grandes artistas para a cena cultural contemporânea, e os participantes serão convidados a produzir seus próprios livros de artistas por meio de uma oficina. Inscrições pelo e-mail map.educativo@pbh.gov.br.

     

    MAP APOSTA NA FORMAÇÃO

     

    As ações educativas são um dos mais importantes focos de atuação dos equipamentos culturais da Pampulha. E, visando compartilhar e multiplicar essa experiência pedagógica bem-sucedida, o Museu de Arte da Pampulha segue com a missão de inclusão e educação aliados à fruição artística promovendo oficinas de formação de educadores.  

     

    No dia 9 de março, às 9h, acontece a oficina “Formação para educadores: dispositivos educativos e pedagógicos acessíveis para museus e equipamentos culturais”, com Daniel Herthel. Nesta atividade formativa, o educativo do Museu de Arte da Pampulha se aprofundará em práticas e dispositivos educativos e pedagógicos acessíveis para museus e equipamentos culturais. Conduzidos por Daniel Hertel, artista que produziu a maquete tátil do MAP, os educadores irão explorar no seu ateliê estratégias inovadoras para tornar a experiência museológica mais inclusiva e enriquecedora e aprimorar suas habilidades pedagógicas. 

     

    A atividade será realizada no ateliê de Daniel Hertel, localizado no bairro Sagrada Família. Nela serão apresentadas estratégias inovadoras para tornar a experiência museológica e educacional mais inclusiva e enriquecedora e aprimorar suas habilidades pedagógicas por meio da reflexão a respeito da inclusão e participação de pessoas com deficiência em espaços museais e culturais, a relação museu-escola, a produção de dispositivos educativos e pedagógicos acessíveis como jogos, maquetes táteis, legendas em braille, entre outros. O encontro terá a duração de 3 horas, de 9h às 12h.

    Já no dia 23, às 10h, será realizada a oficina “Práticas do Teatro do Oprimido como dispositivo de mediação em museus e equipamentos culturais”. Nesta formação, os educadores  do Museu de Arte da Pampulha irão explorar as bases do Teatro do Oprimido, criado por Augusto Boal, como uma poderosa ferramenta pedagógica. A atividade será realizada na Biblioteca e no Centro de Documentação (Cedoc) do Museu de Arte da Pampulha, que atualmente está sediado no Museu Casa Kubitschek. A formação visa capacitar os participantes a incorporar elementos dessa prática teatral inovadora em seus métodos de ensino formal ou não formal, promovendo a reflexão crítica e a participação ativa dos estudantes no processo educacional.

     

    Para obter mais informações ou se inscrever para participar das oficinas, basta enviar um e-mail para  map.educativo@pbh.gov.br

     

    OUTRAS ATIVIDADES NA AGENDA

    Além das atividades especiais de formação de educadores e das ações que celebram o Mês das Mulheres em março, os equipamentos culturais da Pampulha também dão sequência aos projetos fixos de cada espaço que periodicamente são oferecidos ao público. 

     

    Um deles é o MAP em Movimento”, que nesta edição, voltado ao público 60+, acontece no dia 5 de março, às 14h. Nesta ação educativa, a equipe do museu irá realizar uma visita mediada ao Centro de Referência da Pessoa Idosa (CRPI) com o objetivo de apresentar o acervo, contextualizar o Museu de Arte da Pampulha e o próprio território no qual estão inseridos. Além disso, os educadores irão realizar uma oficina de curadoria coletiva, com o objetivo de promover a sensibilização do olhar através do contato com a arte, possibilitando uma experiência artística para os idosos ativos. 

     

    No dia 16 de março, às 9h, é a vez de entrar em cena o projeto “Percursos Pampulha”, caminhada na qual os participantes têm a oportunidade de percorrer um pequeno trecho da orla da Lagoa da Pampulha, acompanhados pela equipe do Educativo do Museu Casa Kubitschek, que estimula o público a interpretar a paisagem da Pampulha, explorando aspectos das diversas camadas que compõem o território - história, arquitetura, paisagismo, arte, natureza e dinâmica urbana. Informações e inscrições pelo e-mail  educativos.ck@pbh.gov.br

     

    A Casa do Baile vai abrir suas portas para uma experiência que vai muito além do olhar. No dia 22 de março, às 14h, o público é convidado para a atividade “Arquitetura dos sentidos - visita vendada”, que propõe uma imersão sensorial ao espaço que abriga o Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design. Nesta edição, o público irá conhecer a história, a arquitetura e o paisagismo do espaço, explorando outros sentidos para além da visão, como o tato, o olfato e a propriocepção (o sentido de sentir o próprio corpo). Vendados, os participantes irão percorrer a história do lugar e sua arquitetura sobre outras perspectivas, utilizando o próprio corpo, a arquitetura e dispositivos educativos sensoriais. Para participar, é necessário se inscrever previamente pelo e-mail cb.fmc@pbh.gov.br

     

    E, fechando a programação de março, o Museu Casa Kubitschek realiza no dia 30 de março, às 15h, o projeto “Ateliê Pampulha - edição especial de Páscoa, com oficina de produção de ovos artísticos”. Nesta oficina, o público poderá confeccionar ovos de papel, por meio da técnica da papietagem, para decoração ou presente através de elementos botânicos do jardim do espaço, como galhos e folhas secas, que irão compor a produção artística deste importante símbolo afetivo de paz e união para a sociedade Informações e inscrições pelo e-mail educativos.ck@pbh.gov.br.

     

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    Assessoria de imprensa:

    Soraya Belusi

    (31) 99164-9994

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