Bloco Como te Lhamas - Carnaval de BH
Foto: Bruno Figueiredo / Acervo Belotur

Carnaval de BH: planejamento, turismo e uma cidade pronta para receber

O Carnaval de Belo Horizonte não acontece por improviso. Ele é construído ao longo do ano, em decisões públicas, em investimentos consistentes, em estratégias que enxergam o turismo como política de desenvolvimento urbano, cultural e econômico.

Uma cidade que colhe o que planeja

Os dados da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis - ABIH / MG ajudam a contar essa história. A ocupação média da cidade gira em torno de 50%, mas cresce de forma significativa nas regiões onde o Carnaval se organiza com mais intensidade, como o Centro-Sul e a Savassi, que já registram taxas entre 60% e 70%. Esse movimento, que se repete ano após ano, revela mais do que a força da festa: revela a capacidade de Belotur de estruturar o Carnaval como política pública de atração turística.

O comportamento do visitante também é conhecido e considerado no planejamento. A maior parte das reservas acontece nas duas semanas que antecedem a folia, período em que a cidade atinge seu pico de ocupação. Em 2025, Belo Horizonte chegou a uma média de 75%, enquanto a Savassi ultrapassou os 85%. Números que refletem um trabalho contínuo da Belotur e da Prefeitura de BH na promoção do destino, na articulação com o setor produtivo e na organização da festa de forma descentralizada e democrática, espalhando fluxos, oportunidades e renda pelo território. 

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Turismo que gera renda, movimenta a economia e fortalece a cidade

O Carnaval de Belo Horizonte também se consolida pelo perfil diverso de quem chega. Turistas de outros estados, especialmente de São Paulo e do Rio de Janeiro, se encontram com visitantes do interior de Minas em uma cidade preparada para acolher. Essa diversidade é fruto de uma estratégia que entende o turismo como vetor econômico, cultural e social.

A maior demanda tem impacto direto na hotelaria, com elevação das diárias e ampliação do tempo de permanência, que hoje gira em torno de três dias. Ainda assim, BH mantém uma oferta plural, com opções acessíveis e de alto padrão, garantindo que o Carnaval seja inclusivo, sem perder qualidade. Mais tempo na cidade significa mais consumo, mais circulação em bares, restaurantes, comércios, serviços e atrações culturais, ampliando a geração de renda e empregos.

Não é por acaso que muitos foliões estendem a estadia para conhecer a cidade além do Carnaval. A festa se transforma em porta de entrada para experiências turísticas, para a gastronomia, para os bairros, para a vida urbana que pulsa antes, durante e depois da folia. O resultado é um turismo mais sustentável, que não se esgota no evento, mas fortalece Belo Horizonte como destino ao longo de todo o ano.

Bloco: Quando Come Se Lambuza
Foto: Leo Lara / Acervo Belotur

Mais do que números, esses resultados traduzem uma escolha. A de tratar o turismo como política pública estratégica, capaz de gerar renda, movimentar a economia, fortalecer o comércio local e criar oportunidades para quem vive a cidade. Ao longo do ano, a Belotur atua para posicionar Belo Horizonte no mapa dos grandes destinos urbanos do Brasil, articulando cultura, hospitalidade e planejamento, dentro dos pilares da Prefeitura. No Carnaval, esse trabalho se revela em sua forma mais pulsante: uma cidade preparada para receber, celebrar e transformar encontro em desenvolvimento.

Te encontro no Carnaval de BH! 💖