Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Exposição: “OSGEMEOS: Nossos segredos” - CCBB BH
    Exposição: “OSGEMEOS: Nossos segredos” - CCBB BH
    Exposição: “OSGEMEOS: Nossos segredos” - CCBB BH

    A arte de Gustavo e Otavio Pandolfo, mais conhecidos como OSGEMEOS, faz parte do nosso dia a dia. A mostra reconta a trajetória que consagrou a dupla Gustavo e Otávio Pandolfo, internacionalmente consagrada.

    Ela pode estar num muro da rua – e ter uma vida efêmera, sobrevivendo até que alguém decida passar uma tinta na parede –, na pintura de um avião, na lateral de um prédio de uma cidade qualquer do mundo ou dentro de um museu.

    O traço e a combinação de técnicas inconfundíveis não são privilégio, hoje, do público brasileiro – a obra dos irmãos nascidos em 1974 está difundida mundialmente.

    De 22 de fevereiro/23 a 22 de maio/23, Belo Horizonte receberá uma reunião especial das obras da dupla, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB BH), que realiza a primeira exposição dos artistas em solo mineiro, com patrocínio do Banco do Brasil.

    Quase mil itens compõem a mostra OSGEMEOS: Nossos segredos, que tem curadoria dos próprios irmãos e foi escolhida pelo CCBB, também, pelo ineditismo da dupla no estado de Minas Gerais.

    No Rio de Janeiro, a mostra foi um enorme sucesso de crítica e público, reunindo mais de 700 mil visitantes entre outubro e janeiro deste ano.

  • Exposição "Os Lados de um Telhado se Contam em Águas"
    Exposição "Os Lados de um Telhado se Contam em Águas"
    Exposição: "Os Lados de um Telhado se Contam em Águas" - Casa Gal

    Na exposição "Os Lados de um Telhado se Contam em Águas" o conjunto central é exposto em diálogo com trabalhos anteriores de Daniella Domingues.

    A instalação que empresta o título a esta exposição foi produzida em uma pesquisa que a artista iniciou a partir do encontro com uma cópia de uma carta formal escrita por seu avô em 1973. O tema da carta, assim como seu estilo, inicialmente percebido como algo corriqueiro e até banal, após sucessivas leituras, abriu espaço para observações sobre a formação de periferias, autoconstrução, estruturas burocráticas e o apagamento da memória do território que é imposto pelos ciclos de expansão e desenvolvimento da cidade. Estes elementos se intercalam na exposição em escultura, escrita e fotografia.

    Apesar de partir da leitura de um documento, a obra não tem caráter documental e nem pretende informar sobre determinado fenômeno. Ela se constitui como uma elaboração que se dá nas próprias lacunas do documento, a partir dos indícios que ele anuncia, ou, mais ainda, da falta deles. E é talvez por operar nessas lacunas que se pronuncia a possibilidade de estabelecer um campo comum, e de troca.

     

  • Exposição: Os Lados de um Telhado se Contam em Águas - Casa Gal
    Exposição: Os Lados de um Telhado se Contam em Águas - Casa Gal
    Exposição: Os Lados de um Telhado se Contam em Águas - Casa Gal

    Em Os lados de um telhado se contam em águas (Extended Remix), o conjunto central Os lados de um telhado se contam em águas (2022) obra mais recente de Daniella, é exposto em diálogo com trabalhos anteriores, como a série Passeio, de 2013, e o conjunto de objetos e fotografias Vestes, 2018.

    Juntos, esses trabalhos trazem questões sobre a memória do território, através da criação de vestígios que contam do desaparecimento de estruturas que não deixaram rastro, da invenção de memórias a partir da experiência ficcional de lugares e da experiência da matéria como testemunho do tempo.

    Ancestralidade é o nome da série de obras apresentadas por Julia na exposição Dar Templo ao Tempo.

    Nos desenhos, poemas, bordados e costuras, há uma fabulação orgânica de seres híbridos, ciclos geracionais, formações arcaicas, canoas arborescentes, mulheres geológicas, seios vulcânicos, ovos rupestres.

    Nesse repertório de figuras, a artista evoca ciclos cósmicos e uma flutuação de paisagens ancestrais entre modos de existência humanos e não humanos.

    A série atual, elaborada desde 2021, abarca também algumas peças em tecido, escritos e dobras da série Corpo em Obra, exposta entre 2019 e 2020. Da Pan-Asia para o Curral Del-Rey.

    Na Cozinha do Fim do Mundo, instalação performativa / laboratório na cozinha da GAL, Shima apresenta processos culinários, escrita poética e desenhos que tomarão as paredes do espaço.

    A instalação se inicia com a cocção de ingredientes estrangeiros da Pan-Asia (Turquia, Índia, China, Coréia do Sul, Indonésia e Japão), que vão se miscigenar ao longo dos dois meses com ingredientes encontrados na cidade de Belo Horizonte.

    As mostras Os Lados de Um Telhado se Contam em Águas (Extended Remix) de @danielladomingues, Dar Templo ao Tempo de @panadesjulia e a ocupação Cozinha do Fim do Mundo de @shima.art.br estão em cartaz na Casa GAL e podem ser visitadas aos sábados (sem agendamento) entre 11 - 17h.