Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: Como pisar suavemente na terra
    Exposição: Como pisar suavemente na terra
    Exposição: Como pisar suavemente na terra

    A ancestralidade e a mulheridade afro-indígena estão presentes na exposição da artista visual baiana Jessica Lemos.

    Em uma mistura de referências do rural e do urbano, é possível encontrar na estética da artista expressões e temáticas que remetem à colonialidade, ao sertão e às suas memórias afetivas. Nas sete obras presentes na Piccola Galleria, a ancestralidade e a força feminina estão presentes de diferentes formas.

    Como elemento recorrente, a mandioca, alimento sagrado e importante para a cultura dos povos originários, é revelada em sua força vital e ainda faz alusão a necessidade latente do respeito a natureza e da reconexão com a terra.

    Do rural para o urbano, das fotografias para o lambe-lambe. Jessica Lemos ao mesmo tempo em que trabalha temáticas intimistas, como as memórias afetivas e a ancestralidade, cria um equilíbrio entre esses dois territórios que fazem parte de sua trajetória e podem ser percebidos pelas diferentes técnicas utilizadas em suas obras, que são costuradas pela performatividade expressa em imagens.

    A força do feminino, com histórias, sabedoria e vivência, assim como o embate à colonialidade e ao racismo eminente em muitos arquivos da história da arte estão presentes em “Como pisar suavemente na terra”, que ainda faz um convite a todos para sonharem um futuro melhor.

    No bate-papo a artista vai apresentar essas discussões e as inspirações que utiliza para desenvolver seus projetos. Inscreva-se gratuitamente pela Sympla.

  • Exposição: ‘Como sobreviver a um naufrágio’ – Márcio Diegues
    Exposição: ‘Como sobreviver a um naufrágio’ – Márcio Diegues
    Exposição: ‘Como sobreviver a um naufrágio’ – Márcio Diegues

    O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição ‘Como sobreviver a um naufrágio’, do artista Márcio Diegues, na sexta-feira, dia 10 de março de 2023, às 19 horas.

    A mostra conta com texto curatorial de Marina Câmara e Daniela Amon e reúne desenhos, objetos, livros de artista, gravura e um desenho instalativo, realizados entre 2017 e 2023.

    Os trabalhos compõem interlocuções visuais com as experiências do naufrágio, da ruína e da falência e poderão ser vistos até o dia 16 de abril de 2023.

    A entrada é gratuita, com classificação livre.

    A exposição traz representações do mar, inclusive com experiências de desenho in situ e intercruzamentos com referências da literatura, oceanografia, atlas geográficos, cartas náuticas, imagens de sonares, relatos de conflitos bélicos, além de fatos reais e imaginários.

    “A noção de naufrágio nos alerta para as ruínas do nosso tempo.

    Falar sobre naufrágio é colecionar e expor traumas”, diz o artista. “E frente à arrebentação das margens do real nas linhas da vida, frente ao inesperado afundamento cotidiano – como sobreviver a um naufrágio?, questiona”.

    Márcio Diegues (1988 – General Salgado, SP): é artista e professor, pesquisa o desenho como fio condutor de suas relações com a paisagem e o espaço, desdobrando-o em gravuras, livros de artista, objetos, instalações, ações de coleta e obras site specific.

    É graduado em Artes Visuais pela UEL, Londrina, em 2012, mestre em Linguagens Visuais pela EBA-UFRJ, em 2017, e doutorando no PPGArtes-UERJ, em 2019, na linha de Processos Artísticos Contemporâneos.

    Atualmente reside em Belo Horizonte, MG, e trabalha como artista e professor assistente de desenho no Departamento de Desenho da EBA-UFMG.

  • Crédito- Ricardo Laf
    Crédito- Ricardo Laf
    Exposição "Complexa Cidade"

    A mostra foi concebida diante do desafio de abordar aspectos da cidade em uma residência, tanto que, foi montada no Casarão, ele mesmo um acervo importante a ser incorporado à narrativa expositiva.Ao longo do percurso, dois circuitos de visitação simultâneos e complementares articulam a casa e a rua, como dimensões privada e pública da cidade, em suas complexas relações de oposição e reciprocidade. Por meio de objetos, vestígios arqueológicos, mapas, fotografias, pinturas e representações literárias, a exposição propõe ao visitante uma reflexão acerca do Casarão e das múltiplas maneiras de se ocupar a cidade.

    - horário: 18h às 23h (realizada a cada hora)

    - número de vagas: 15 por mediação