Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Reprodução instagram
    Reprodução instagram
    Exposição: O Som que Ressoa em Mim Foi Meu Ancestral que Tocou

    De 1º a 29 de agosto, o Ministério Público de Minas Gerais promove, em parceria com a Fundação Clóvis Salgado, a exposição “O som que ressoa em mim foi meu ancestral que tocou”, encerrando a programação do "Julho das Pretas". 

    A iniciativa celebra o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, ambos comemorados em 25 de julho.

    O público poderá visitar, no Prédio Verde do IEPHA-MG (Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais), uma seleção de 13 obras recentes de cinco artistas mulheres, que exploram as relações dos corpos negros com o território mineiro. A mostra tem entrada gratuita. 

    Uma oportunidade de se conectar com a arte, a memória e a resistência que ecoam por gerações! Entrada gratuita, sem retirada de ingressos.

     

  • Exposição: "O Som que Ressoa em Mim Foi Meu Ancestral que Tocou" e "Olhares de Dentro: Patrimônio Afro-mineiro em Perspectiva"
    Exposição: "O Som que Ressoa em Mim Foi Meu Ancestral que Tocou" e "Olhares de Dentro: Patrimônio Afro-mineiro em Perspectiva"
    Exposição: "O Som que Ressoa em Mim Foi Meu Ancestral que Tocou" e "Olhares de Dentro: Patrimônio Afro-mineiro em Perspectiva"

    A filósofa e professora Angela Davis definiu em seu livro “Mulheres, raça e classe” que “numa sociedade racista, não basta não ser racista. É necessário ser antirracista”. 

    Tendo isso em mente, o Ministério Público de Minas Gerais desenvolve, em parceria com a Fundação Clóvis Salgado, o projeto “Sobre Tons”, que discute as questões raciais em nossa sociedade. Abordando os atravessamentos que permeiam as relações do corpo negro com o território mineiro, a CâmeraSete - A Casa de Fotografia de Minas Gerais recebe, de 20 de fevereiro a 22 de março, uma exposição que explora a relação entre os corpos negros e o espaço mineiro, além de apresentar o seu vasto patrimônio cultural. 

    A mostra exibe duas propostas que dialogam entre si: “O Som que Ressoa em Mim Foi meu Ancestral que Tocou” e “Olhares de Dentro: Patrimônio Afro-mineiro em Perspectiva”.

     A curadoria das obras é assinada pela museóloga Alinne Damasceno e o Iepha. 

    A entrada é gratuita.

  • Foto informativa sobre a nova exposição na casa fiat de cultura: O sorriso do barroco
    Foto informativa sobre a nova exposição na casa fiat de cultura: O sorriso do barroco
    Exposição "O Sorriso do Barroco"

    O Barroco é excesso, contraste e emoção. É luz que atravessa a sombra e transforma a beleza em tensão e movimento. Em Minas Gerais, essa estética moldou não apenas igrejas e cidades, mas uma forma singular de sentir e pensar o mundo. Em “O Sorriso do Barroco”, a Casa Fiat de Cultura revisita essa matriz fundamental da cultura brasileira e mineira sob um olhar contemporâneo.

    A exposição apresenta 64 obras, entre pinturas e porcelanas, de Iuri Sarmento, artista mineiro que reinterpreta o drama e a exuberância barroca com cores intensas, gestos minuciosos e referências que atravessam Minas e Bahia. Entre tradição e reinvenção, o barroco se atualiza, ganha novos significados e sorri para o presente.

    A mostra, que tem curadoria de Marcus Lontra, convida o público a redescobrir suas raízes e perceber como a arte permanece viva ao se transformar. A visitação é gratuita.