Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • As obras de Niemeyer na Capital

    Belo Horizonte reúne as primeiras edificações projetadas por Oscar Niemeyer (1907-2012), quando o arquiteto ainda era pouco conhecido nacional e internacionalmente. As formas sintéticas, modernas e tão características de suas obras permeiam toda visita pela capital mineira, culminando no Conjunto Moderno da Pampulha, principal cartão postal de Belo Horizonte, reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial da Humanidade.

    Fachada Cidade Administrativa
    Foto: Henrique Sander / Acervo Belotur

    Você pode começar um passeio pela arquitetura e história a partir da mais recente obra de Niemeyer, a Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves. Criada para se tornar a nova sede do governo de Minas Gerais, foi construída em 2010 e abriga um dos maiores prédios de concreto suspenso do mundo.

    Vista Drone Pampulha
    Foto: D-Fly Drones / Acervo Belotur

    Na Pampulha, encontramos um dos pontos turísticos mais conhecidos da cidade. O Conjunto Arquitetônico e Paisagístico da Pampulha (Museu de Arte, Casa do Baile, Iate Tênis Clube, Igreja São Francisco de Assis e Casa Kubitschek) foi inaugurado em 1943. Obra-prima do gênio criativo humano, o conjunto marcou a história da arquitetura mundial graças à ousadia de suas formas, à harmonia com a paisagem e ao diálogo entre as artes, que deram a BH uma identidade moderna, criativa e pioneira. 

    Concebida para ser o ponto alto de uma cidade-jardim que refletisse a modernidade e o potencial turístico de Belo Horizonte, a Pampulha tornou-se um espaço de lazer e entretenimento para a população. Assim, ela é um marco histórico em múltiplos sentidos: artístico, arquitetônico, paisagístico, urbanístico e social. 

    Fachada Igreja da Pampulha
    Foto: Pedro Vilela / Acervo Belotur

    A Pampulha é precursora de outros espaços que seguiram a mesma concepção de arte a céu aberto. É o caso do Instituto Cultural Inhotim, um dos maiores museus do mundo, destinado à conservação, exposição e produção de arte contemporânea.

    Ainda na região está o prédio da Sede Administrativa da Fundação Zoo-Botânica. Seguindo para a região centro-sul, chegando à Praça Raul Soares está o Conjunto Habitacional Juscelino Kubitschek. Já na Praça da Liberdade, o visitante observa a Biblioteca Pública Professor Luiz de Bessa e o Edifício Niemeyer, uma das obras mais famosas do arquiteto. Seu traço único causa um efeito visual que dá a sensação do prédio ser bem mais alto.

     

    Fachada Edifício Niemeyer
    Foto: Pedro Vilela / Acervo Belotur

    Vale ainda admirar a antiga Sede do Banco Mineiro de Produção, na Praça Sete; e a Escola Estadual Milton Campos, mais conhecida como Colégio Estadual Central, no bairro de Lourdes, que tem alguns de seus prédios em forma de materiais escolares.

  • A soul music do Diplomattas e canções de Naroca são atrações do Quinta no Raul 

    Nomes expoentes da cena musical contemporânea de Belo Horizonte, a banda Diplomattas e a percussionista, DJ, cantora e compositora Naroca ocupam o palco do Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado durante o mês de março. Os shows integram a programação do projeto Quinta no Raul, atração do Circuito Municipal de Cultura.

    As apresentações acontecem em formato presencial e seguindo todos os protocolos sanitários vigentes de combate à Covid-19, possibilitando garantir os direitos culturais da população e preservando a segurança das equipes e do público, sendo observados, entre outros pontos, a manutenção do distanciamento e o uso obrigatório de máscara no local.

    O Circuito é realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Centro de Intercâmbio e Referência Cultural (CIRC).

    Inspirados pelo imaginário e pela sonoridade da soul music, os Diplomattas apresentam releituras de canções de novos nomes, figuras célebres e artistas primordiais da música negra brasileira e norte-americana no show “Nosso Cassiano”. Formada por Gabriel Martins, Heberte Almeida, Kim Gomes e Robert Frank, o grupo revisita músicas icônicas em um formato enxuto composto por bateria, baixo, guitarra e piano elétrico.

    Amigos de longa data e colaboradores mútuos de suas distintas produções artísticas, o grupo revela-se uma herança e um desdobramento do trabalho de criação da trilha sonora original do longa metragem “No Coração do Mundo”, realizado pela produtora mineira Filmes de Plástico. No repertório do show, também estão presentes faixas pontuais compostas para o filme.

    “O repertório é intenso. É um show de cantar junto. Vamos apresentar músicas bem conhecidas do Cassiano e também umas pérolas presentes na discografia dele. Espero que o público compareça nesta intenção de homenagear e celebrar a obra de um grande artista da nossa música. Além do show tributo, iremos apresentar canções próprias da banda e composições autorais que figuram em outros projetos dos integrantes dos Diplomattas”, adianta Heberte Almeida.

    O show acontece em 10 de março, às 20h, no Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado, com classificação livre. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados antecipadamente pelo Diskingressos.

    Já no dia 24 de março, às 20h, será a vez de Naroca, percussionista e DJ conhecida na cena musical e carnavalesca belo-horizontina, reestrear o show “Meridiana”, álbum homônimo lançado em 2021, que marca sua primeira imersão também como cantora e compositora. “O disco transbordou para o público num processo que já venho há alguns anos de me aproximar da música por outras camadas além da percussão e da discotecagem. Veio de um desejo meu de conectar a relação que eu já tinha com a escrita e com o ritmo a uma relação nova com canto e harmonia. Criar pontes para que a canção pudesse transbordar de mim”, conta a artista.

    No repertório de “Meridiana”, Naroca apresenta 10 músicas do disco e uma surpresa. “A gente vai ter uma convidada especialíssima, por quem eu tenho muito carinho e admiração, Claudia Manzo, que tem sido uma grande incentivadora do meu canto, da minha voz, da minha expressão individual, e, com ela, a gente vai fazer uma surpresinha”.

    O show acontece no dia 24, às 20h, no Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado, com classificação livre. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados antecipadamente pelo Diskingressos.

     

    SERVIÇO

     

    Show “Nosso Cassiano”, com Diplomattas

    Data: 10 de março, às 20h 

    Local: Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado

    Ingressos gratuitos: retire aqui

     

    Show “Meridiana”, com Naroca

    Data: 24 de março, às 20h 

    Local: Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado

    Ingressos gratuitos: retire aqui

     

    CIRCUITO NAS REDES SOCIAIS

    YouTube da Fundação Municipal de Cultura: youtube.com/canalfmc

    Instagram do Circuito Municipal de Cultura: instagram.com/circuitomunicipaldecultura

    Facebook do Circuito Municipal de Cultura: facebook.com/circuitomunicipaldeculturabh

     

  • A foto mostra quatro integrantes do grupo tocando pandeiros durante uma apresentação em local aberto, é possível identificar o rosto de duas delas, a da direita está sorrindo, possui cabelos lisos brancos curtos e usa óculos de grau. A da esquerda tem cabelos crespos, castanhos e usa batom vermelho.
    A foto mostra quatro integrantes do grupo tocando pandeiros durante uma apresentação em local aberto, é possível identificar o rosto de duas delas, a da direita está sorrindo, possui cabelos lisos brancos curtos e usa óculos de grau. A da esquerda tem cabelos crespos, castanhos e usa batom vermelho.
    AS PANDERISTA

     

    RODAA foto mostra quatro integrantes do grupo tocando pandeiros durante uma apresentação em local aberto, é possível identificar o rosto de duas delas, a da direita está sorrindo, possui cabelos lisos brancos curtos e usa óculos de grau. A da esquerda tem cabelos crespos, castanhos e usa batom vermelho. DE PANDEIRO

    As Panderista - Roda de pandeiro é um projeto ministrado pelas artistas Anna Lages, Manu Ranilla e Luísa de Paula que tem como intenção ocupar as praças de BH por meio da música, utilizando o pandeiro como instrumento musicalizador e socializador. A proposta é falar da história do instrumento e introduzir notas básicas e complexas a partir de ritmos da cultura popular brasileira e afro-brasileira

    Classificação livre