Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: "(Re)Habitar"
    Exposição: "(Re)Habitar"
    Exposição: "(Re)Habitar"

    O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição ‘(Re)Habitar’, da artista Mandrágora, dia 14 de novembro de 2025, sexta-feira, às 19 horas. A mostra tem a curadoria do professor Fabrício Fernandino e poderá ser vista até o dia 11 de janeiro de 2026. A entrada é gratuita e integra o projeto Escultura no Centro, que destaca os trabalhos tridimensionais desenvolvidos por alunos do curso de Artes Visuais com habilitação em Escultura da Escola de Belas Artes da UFMG. A classificação é livre.

    (Re)Habitar

    Mandrágora apresenta a exposição (Re)Habitar, que traz uma reflexão sobre a busca de esperança em meio ao desespero. Na obra ‘Chaminés I’, a artista revela como o mundo se constrói e se reconstrói, aproveitando os vestígios de si mesma para renascer. A arquitetura, desprovida de seu propósito inicial e dos que a conceberam, assume novos sentidos e funções, tonando-se abrigo para outras formas de vida. Ao mesmo tempo em que acolhe e nutre o que emerge, também vela aquilo que lhe foi perdido.

  • Exposição “Reinado de Chico Calu - Repertórios Sagrados da Irmandade Os Carolinos”
    Exposição “Reinado de Chico Calu - Repertórios Sagrados da Irmandade Os Carolinos”
    Exposição “Reinado de Chico Calu - Repertórios Sagrados da Irmandade Os Carolinos”

    Fotografias, fardas, altares, santos de devoção, mastros, andores, cruzeiros e outros objetos sagrados da Irmandade Os Carolinos, tradicional reinado negro da capital mineira, compõe a mostra “Reinado de Chico Calu - Repertórios Sagrados da Irmandade Os Carolinos”. A exposição, que será aberta no sábado (30/11), às 15h, seguindo até o dia 16 de fevereiro de 2020, dá visibilidade a essa manifestação cultural e religiosa que evidencia a riqueza da tradição afro-mineira em Belo Horizonte. Abertura da mostra terá show gratuito de Maurício Tizumba e Sérgio Pererê e levantamento de mastro.

    A mostra, que tem Alexandre Tavera como responsável pela expografia, reproduz um terreiro de congado, através de uma narrativa estética. O público terá acesso a mais de 30 fotografias das guardas da Irmandade impressas em tecidos e emolduradas com estandartes. Elas são registros dos últimos cinco anos de festejos e foram feitas pelo antropólogo e fotógrafo Patrick Arley.

    Além das imagens, a mostra apresenta um conjunto de objetos que remontam à religiosidade e sua celebração, instigando um olhar para o presente e o passado, para a cultura de matriz africana que se conformou no Brasil e seus rituais, e para o louvor e a tradição que se mantém por gerações. “Objetos sagrados de devoção como farda, altares, santos, cruzeiros, andores, mastros entre outros, também são responsáveis por contar parte dessa história de mais de 100 anos de devoção e de resistência. Plantas conhecidas por seus poderes de proteção espiritual também são incorporados na exposição criando um jardim de fé e um diálogo com os tambores e objetos sagrados pontualmente espalhados pelo espaço”, explica Tavera. 

  • Exposição "Reinventando Paisagens" de Laura Villarosa - Galeria DotArt
    Exposição "Reinventando Paisagens" de Laura Villarosa - Galeria DotArt
    Exposição "Reinventando Paisagens" de Laura Villarosa - Galeria DotArt

    A artista Laura Villarosa vem sendo considerada uma revelação e chama a atenção pela sutileza e técnicas manuais. 18 de suas obras estão na exposição individual inédita “Reinventando Paisagens”, que fica em cartaz na Galeria 2 da dotART, até 31 de maio. Com curadoria de Efrain Almeida, a mostra trata a paisagem sob uma nova abordagem. A artista identifica a paisagem como algo que só se vê por partes, de modo fragmentado. Desse modo, surge a dúvida sobre o que se está vendo e também a necessidade de reunir as partes para criar uma nova realidade.

    As telas, que misturam pintura com tinta acrílica e bordados sobre linho, trazem narrativas variadas. São paisagens físicas, naturais, psíquicas, reais, da memória ou inventadas, sempre sobrepostas. O visitante verá materiais destruídos e reconstruídos em imagens que se modificam a partir da interpretação da artista plástica.

    Na abertura da exposição, dia 14 de março, há também a inauguração de outras duas mostras e o lançamento de um livro.