Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição em homenagem à Álvaro Apocalypse
    Exposição em homenagem à Álvaro Apocalypse
    Exposição em homenagem à Álvaro Apocalypse

    A Diretoria de Ação Cultural da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) inaugura na próxima segunda-feira (14), às 18h, no saguão da Reitoria da UFMG, a exposição “Sonho e Realidade: homenagem a Álvaro Apocalypse”. Além de uma sala especial com desenhos e pinturas do multiartista, serão exibidas obras de 16 ex-alunos que tiveram aula com Apocalypse durante a década de 70. A visitação pode ser feita até 30 de março de 2020, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. A entrada é gratuita. Os professores da Escola de Belas Artes, Beatriz Coelho e Fabricio Fernandino, assinam a curadoria. “A homenagem se pauta em um corte histórico, perfazendo através de uma linha do tempo a evolução da obra desse mestre do desenho. É uma exposição composta por obras cedidas pelo Acervo Artístico da UFMG, pelo Acervo Apocalypse e Teatro Giramundo, assim como coleções de particulares e da família do artista”, explicam. Segundo os curadores, a escolha do dia 14 de outubro, para a abertura da visitação não foi ao acaso. “Ela acontece na véspera do Dia do Professor, uma ação simbólica, por meio da qual a UFMG visa estender a todos os professores, o reconhecimento do papel fundamental de cada um para a formação de pessoas preparadas para a vida e construtores de uma nação mais justa e democrática”, comentam. Serão expostas obras de Canuta Duque, Claudia Marinuzzi, Elizabeth Calil, Erli Fantini, Geraldo Roberto da Silva, José Alberto Nemer, Joyce Brandão, Liliane Romanelli, Lúcia Marques (in memoriam) Márcia Meyer Guimarães, Maria José Vargas Boaventura, Olímpia Couto, Rosângela Ferreira, Rosana Mendes Campos, Sandra Bianchi e Thalma de Oliveira.

  • Exposição: "EMME - memórias"
    Exposição: "EMME - memórias"
    Exposição: "EMME - memórias"

    O MM Gerdau - Museu das  Minas e do Metal e a Casa Câmara apresentam a exposição "EMME - memórias", que fica em cartaz de 08/08 a 10/09.

    Como parte da programação estendida, teremos dois Talks relacionados à memória e aos ofícios artístico-culturais que permeiam os caminhos trilhados com o tempo.

    O primeiro encontro acontece no dia 10/08, às 19h, no MM Gerdau e apresenta trabalhos icônicos de dois importantes nomes da fotografia nacional, Márcia Charnizon e Márcio Rodrigues, além da mediação de Rodrigo Câmara.

    No dia 31/08, o Talk será sobre o recém-lançado livro "Bordado e Memória: fazeres patrimônio", de Maria do Carmo Guimarães Pereira. O papo, também mediado por Rodrigo Câmara, que vai apresentar o livro e seu modo de remontar a dimensão tradicional do bordado, sua conexão com o passado e as memórias daqueles que cresceram assistindo ao esforço das mãos que bordavam e costuravam.

  • Exposição: Em Nome Das Rosas - BDMG Cultural
    Exposição: Em Nome Das Rosas - BDMG Cultural
    Exposição: "Em nome das Rosas" de Eugênia França- BDMG Cultural

    De 13 de maio a 13 de junho de 2021, o BDMG Cultural realiza a exposição Em Nome das Rosas, da artista plástica mineira Eugênia França, na plataforma virtual www.mostrasbdmg.org

    Com cerca de 150 obras realizadas entre 2018 e o começo de 2021, a mostra visibiliza a questão da condição feminina frente à violência doméstica.

    O título da exposição Em Nome das Rosas aponta para a dimensão contraditória de várias histórias, as quais não se resumem à dor, são, muitas vezes, histórias de amor, de superação, de empoderamento.

    As obras são pintadas em técnica acrílica sobre lonas de caminhão e mostram, em um segundo plano, as marcas do longo uso do tecido, muitas vezes remendadas, que são como as cicatrizes que marcam as experiências de cada uma das mulheres retratadas.

    Uma das motivações que levaram a artista Eugênia França a produzir estas obras foi saber que uma amiga havia sido agredida violentamente pelo marido.

    “Eu fiquei muito incomodada, porque nem todas as mulheres conseguem encontrar saídas, reconhecer que vivem em relações abusivas e dizer “basta” - mesmo quando sofrem violência física.

    O tempo todo eu imaginava a dor que essa mulher experimentou ao ter sua dignidade amplamente ferida.

    Seu rosto, marcado pela agressão, escancarou os diversos tipos de violência às quais, certamente, ela era submetida.

    Constrangida diante dos filhos, vizinhos e amigos, ela só pediu ajuda porque teve medo de ser morta pelo homem com o qual vivia há mais de 30 anos”, conta Eugênia França.