Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição ROCHAS DO FUNDO DO MAR - Até onde vai o Brasil?

    Com peças de mobiliário que exploram dobras e curvas, a mostra convida o público a repensar o espaço e interagir com ele de forma criativa. Um verdadeiro convite à leveza — mesmo quando o assunto é aço. Artista: Olavo Machado.

    Visita mediada: 19h, 20h e 21h 
    Classificação: Livre 
    Número de vagas: 40 vagas 
    Atividade gratuita 
    Não é necessário inscrição 
     

  • Exposição: "Rough" de Capra Maia - Centro Cultural UFMG
    Exposição: "Rough" de Capra Maia - Centro Cultural UFMG
    Exposição: "Rough" de Capra Maia - Centro Cultural UFMG

    A artista Capra Maia expõe no Centro Cultural UFMG a partir desta quarta-feira, 29 de junho de 2022, o objeto “Rough”, que tem a curadoria do professor Fabrício Fernandino e poderá ser visto até o dia 15 de agosto de 2022.

    A entrada é gratuita e integra o projeto Escultura no Centro, que destaca os trabalhos tridimensionais desenvolvidos por alunos do curso de Artes Visuais com habilitação em Escultura da Escola de Belas Artes da UFMG.

    A classificação é livre.

    Rough

    Rough é um objeto têxtil linear que pode ser estendido, enrolado, sobreposto ou acumulado, se adaptando aos mais diversos suportes expositivos. A peça foi construída a partir de módulos de tecido que podem ser repetidos indefinidamente, tendendo potencialmente ao infinito. O padrão desses módulos teve como princípio processos de montagem de uma peça histórica de indumentária: a gola rufo, gola circular de tecido armado, dobrado e alternadamente costurado, uma peça amplamente difundida entre meados dos séculos XVI e XVII, sobretudo na Europa Ocidental. Rough copia a estrutura do rufo, mas não seu acabamento. Feito em algodão cru, é preso por alfinetes, sem costuras e, ao invés de fechar um círculo, permanece aberto, permitindo sua adaptação ao espaço.

    A artista

    A artista brasiliense Capra Maia investiga os efeitos que a passagem do tempo imprime na matéria por meio da atuação de agentes diversos, como água, poeira, atrito, reações químicas, ação humana e animal. Há uma ênfase na materialidade dos objetos, pensados a partir de modificações que necessitam de curtas ou longas durações, expressas num diálogo entre a imagem da pele e da pedra – orgânico e inorgânico. É doutoranda em Artes Visuais pela UFMG, já participou de exposições coletivas e individuais, teve trabalhos selecionados para premiações, possui obras em acervos públicos e privados.

    Escultura no Centro

    O projeto busca valorizar e expor os trabalhos tridimensionais desenvolvidos pelos graduandos e pós-graduandos do curso de Artes Visuais com habilitação em Escultura da Escola de Belas Artes da UFMG.

  • Exposição: Rua Mútua – Retrospectiva Grupo Entre Aspas + Desali
    Exposição: Rua Mútua – Retrospectiva Grupo Entre Aspas + Desali
    Exposição: Rua Mútua – Retrospectiva Grupo Entre Aspas + Desali

    Durante o mês de outubro, a AM Galeria de Arte receberá a exposição individual do artista mineiro Desali, juntamente com a retrospectiva de 14 anos do Grupo Entre Aspas, coletivo de intervenção urbana do qual o artista também faz parte.

    Com o título Rua Mútua – Retrospectiva Grupo Entre Aspas + Desali, a exposição, com curadoria de Manu Grossi, estará aberta ao público entre os dias 3 e 31 de outubro, seguindo os protocolos de segurança através da visitação por agendamento.

    Para sua primeira exposição individual na galeria, Desali preparou cerca de 30 pinturas em técnicas variadas, além de uma grande instalação de desenhos feitos sobre jornal.

    A mostra contará com obras diversas, como pinturas em acrílica sobre madeira, pintura em técnicas mistas e aguadas, bem como fotografias, vídeos, desenhos, instalações e objetos. Abordando temas como o cotidiano na periferia e a realidade dos jovens negros no Brasil, o artista propõe uma narrativa sobre o presente, pautada pela exclusão social e a segregação dos espaços urbanos nas grandes cidades.

    Paralelamente, o Grupo Entre Aspas apresenta 100 fotografias das ações urbanas realizadas pelo coletivo durante 14 anos de existência, além de uma instalação com múltiplas projeções e uma ação construtiva escultórica com terra e outros objetos encontrados na rua.

    “É muito simbólico trazer o Entre Aspas, um grupo de ação urbana, que se apropria do lixo e do descartado para dentro do espaço privado em tempos de pandemia, reclusão e isolamento”, afirma a curadora da exposição.

    Confira mais sobre a mostra no site oficial da galeria.