Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: Revela
    Exposição: Revela
    Exposição: Revela

    Revela é a primeira exposição de Coniiin. 

    O artista, que foi escolhido no 7º Programa de Seleção da Piccola Galleria, teve seu primeiro contato com uma câmera fotográfica aos 18 anos e, desde então, retrata temas com os quais se identifica e pessoas que o inspiram. 

    Através das lentes, captura uma série de detalhes, que celebram o tempo, os contornos, a identidade e a diversidade da pele negra. 

    Em 12 fotografias e uma instalação em lambe-lambe, Coniiin revela a alma da cidade, a sua intimidade com o universo das fotos e o interesse em despertar a consciência das pessoas sobre memória e mudanças.

  • Exposição:::::: Revolta anticolonial - Centro Cultural SESIMINAS
    Exposição:::::: Revolta anticolonial - Centro Cultural SESIMINAS
    Exposição: Revolta anticolonial - Centro Cultural SESIMINAS

    A Galeria de Arte do Centro Cultural Sesiminas recebe nos próximos dias a exposição “Revolta Anticolonial”, do artista Will.

    Ele busca não apenas mostrar obras de arte, mas também explicitar uma condição existencial de pessoas que, dentro de sociedades colonizadas, sofrem com os apagamentos sociais derivados das instituições hegemônicas.

    O artista busca não apenas mostrar obras de arte, mas também explicitar uma condição existencial de pessoas que, dentro de sociedades colonizadas, sofrem com os apagamentos sociais derivados das instituições hegemônicas.

    A série dessa exposição transita entre retratos, abstrações e pintura em suportes variados. Através dessa pesquisa Will pretende fazer o resgate de práticas, profissões e saberes ancestrais quase extintos e apagados por uma sociedade estruturalmente branca.

  • Imagem branca com escritos em preto com o nome da artista, local, data e nome da exposição
    Imagem branca com escritos em preto com o nome da artista, local, data e nome da exposição
    Exposição: “Rio-Correnteza” de Juliana Matsumura

    A exposição propõe um percurso sensível entre memória, ancestralidade, diáspora e pertencimento, em obras que se movem como a própria água — porosas, pacientes, capazes de contornar e recompor o tempo e a matéria. 

    Desenvolvidas em parte durante a residência artística Xakra, em Brumadinho (MG), as peças resultam de processos em cerâmica, madeira, papel e metal, evocando os cinco elementos taoístas e refletindo sobre a continuidade entre corpo, gesto e natureza. 

    Em “Rio-Correnteza”, Juliana costura origens distintas — do Butsudan japonês às memórias do sertão baiano — tecendo uma cartografia da ancestralidade que ultrapassa fronteiras e transforma o ato de lembrar em um gesto vital.