Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Arte FLI
    Arte FLI
    Mesa de debate: UMA BIBLIOTECA PARA AS JUVENTUDES

    SEMINÁRIO ADOLESCER: SUJEITOS E PERCURSOS LITERÁRIOS

    Mesa de debate: UMA BIBLIOTECA PARA AS JUVENTUDES

    Como o percurso da Biblioteca Pública Infantil e Juvenil se transforma para atender à multiplicidade de juventudes e adolescências nos dias de hoje? O encontro propõe a discussão do termo “juvenil” nesse contexto.

    Ana Paula Cantagalli (BH), Érica Lima (BH) e Samuel Medina (BH); mediação: Rodrigo Teixeira (BH)

    Ana Paula Cantagalli é artista visual, formada pela Escola de Belas Artes – UFMG. Desde 2003, trabalha na Prefeitura de Belo Horizonte com arte-educação, produção e gestão cultural. Atualmente, gerencia a Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte.

    Érica Lima é atriz do grupo de teatro Real Fantasia. Foi coordenadora da Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte. Atualmente é responsável pela área de formação do Centro Cultural Salgado Filho, da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte. É doutora em Estudos Literários pela UFMG.

    Rodrigo Teixeira é graduado em Biblioteconomia pela UFMG e narrador de histórias. Atua na Fundação Municipal de Cultura de BH desde 2010 e na Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de BH desde 2016, onde desenvolve ações de promoção da leitura, da escrita e valorização da literatura oral. É subcoordenador do Projeto Conto e Reconto, vinculado ao programa Carro-Biblioteca, da Escola de Ciência da Informação da UFMG. Atualmente, é aluno do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da ECI-UFMG. Pertence ao Coletivo Simples, que realiza performances poéticas.

    Samuel Medina é escritor e narrador de histórias, graduado em Letras e servidor público na Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte. Publicou, aos 11 anos, em edição independente, o livro A grande guerra. Participou de diversas antologias pela Andross Editora. É também autor de O medalhão e a adaga (Editora Multifoco), Patos selvagens (Editora Baobá) e A cidade suspensa (Editora Senhor da Lenda). Mantém o blog http://www.oguardiaodehistorias.com.br

    Data: 12/8

    Horário: 9h

    Classificação: livre

    Público-alvo: bibliotecárias(os), professoras(es), mediadoras(es) de leitura, agentes culturais e pessoas interessadas pelo tema

    Número de vagas: 300

    Recursos de acessibilidade: libras

    Inscrição: sympla.com.br/flibh

    Transmissão: Zoom, YouTube – Ative o lembrete

     

  • Foto divulgação
    Foto divulgação
    MESA "DESAPROPRIANDO A LITERATURA CHILENA, RECONSTRUINDO IMAGENS DE ESCRITORES"

    Mesa DESAPROPRIANDO A LITERATURA CHILENA, RECONSTRUINDO IMAGENS DE ESCRITORES

    com Clarice Filgueiras e Sara Rojo. Mediação: Bernardo Serino

    Galpão 2

    ESTA ATIVIDADE É UMA PARCERIA COM A MOLLA - MOSTRA DE LIVRO LATINO-AMERICANO

     

    Após o golpe militar de 1973, a ditadura chilena tornou a figura da educadora, poeta e diplomata Gabriela Mistral sinônimo da vida intelectual e literária naquele país, construindo uma aura que mistura cristianismo, maternidade e espírito nacional. Seu rosto foi usado na nota de 5 mil pesos, a partir de 1981, coincidindo com a consolidação do neoliberalismo. A leitura de Mistral imposta pelo currículo escolar e pelos estudos da época concorreu para uma visão despolitizada de sua figura e obra. A autora, em vida, defendia a reforma agrária, o voto feminino, o antifascismo e a educação pública. No século XXI, vê-se um movimento de desconstrução disso, tanto na crítica quanto na recepção de seus textos, algo bastante evidente nos protestos de outubro de 2019, nos quais os manifestantes usavam o mesmo retrato impresso na cédula de 5 mil, agora para a reivindicação de direitos indígenas, aborto legal e por uma nova Constituição. A proposta desta mesa é debater a desapropriação da imagem de escritores para outras construções, tanto na literatura quanto em outras manifestações artísticas, como graffitis, lambes, performances, cinema e teatro. 

    Bernardo Serino é estudante de Psicologia, membro do coletivo Travessias - formação em psicanálise e integrante do grupo de pesquisa CNPq – Psicologia Social, Trabalho e Processos Psicossociais, coordenado pela professora Betânia Diniz Gonçalves. Atua como livreiro na Livraria Quixote em Belo Horizonte.

    Clarice Filgueiras, chilena radicada no Brasil, é professora e tradutora de espanhol. Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários da UFMG e pesquisadora do Escape - Núcleo de Pesquisa sobre Poesia Experimental, Performance e Artes do Corpo, vinculado ao CNPQ e à Faculdade de Letras da UFMG. Estuda a obra do performer e escritor chileno Pedro Lemebel e as manifestações artísticas presentes no estallido social chileno de 2019.

    Sara Rojo é professora, pesquisadora e diretora de teatro. É doutora em Literaturas Hispânicas pela State University of New York. Publicou, entre outros, os livros Um percurso pelas imagens de Neruda no cinema e no teatro (Javali, 2021) e Teatro latino-americano em diálogo: produção e visibilidade (Javali, 2016). É professora titular da Universidade Federal de Minas Gerais, com atuação na área de estudos latino-americanos e ênfase em crítica e direção teatral. É fundadora dos grupos de teatro Mayombe e Mulheres Míticas, e diretora de teatro desde os anos 1980, quando começou a dirigir grupos de teatro de camponeses de mulheres e jovens no Chile.

     

     

  • Foto: Daniela Goulart
    Foto: Daniela Goulart
    Mesa de Thereza

    A Mesa de Thereza, ação desenvolvida pela artista Thereza Portes, é uma forma de intervenção e aproximação de pessoas que transitam em um centro urbano. A proposta é promover o diálogo entre os participantes a partir das histórias do centro de Belo Horizonte. Uma síntese dessas conversas representadas por palavras, frases ou desenhos, estão sendo bordadas há sete anos em uma toalha coletiva, usada para forrar uma grande mesa de café compartilhada na rua com bolos, biscoitos e xícaras variadas.