Jardim botânico e Jardim Japonês

Endereço: Avenida Otacílio Negrão de Lima, 8000 - Pampulha
Telefone: (31) 3277-8489
Funcionamento: terça a domingo das 8h30 às 16h30.
Consulte condições especiais de funcionamento e acesso devido à Covid-19
Mais informações: Jardim Botânico
Acesso pago

Jardim Botânico, Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica, Belo Horizonte
Suziane Fonseca/ Acervo Belotur

O Jardim Botânico da Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica, um dos mais conceituados do Brasil, é reconhecido internacionalmente por suas pesquisas e coleções. Criado em 1991, foi transferido para a Pampulha em 2001, e expõe mais de 1000 espécies de plantas em sete jardins temáticos, cinco estufas e um lago, ocupando uma área de cerca de 100 mil metros quadrados. 

A instituição é referência nas áreas de Botânica Aplicada e Fitossanitarismo. Suas prioridades são estudos e ações voltados para a conservação da flora regional, com destaque para as espécies raras, endêmicas e ameaçadas de extinção.  
 
Na área de visitação do Jardim Botânico, o público encontra lagos com espécies aquáticas, praças e recantos para descanso e lazer. A flora brasileira pode ser observada por meio das estufas temáticas da Mata Atlântica, Caatinga e Campo Rupestre. Já nas Estufas de Evolução, o visitante pode conhecer a história evolutiva das plantas e aprender sobre as formas de reprodução e dispersão de sementes. 
 
O espaço conta ainda com um Jardim de Plantas Medicinais, Aromáticas e Tóxicas, Herbário, Ervanário, além de árvores e palmeiras brasileiras, bromélias, folhagens, flores, trepadeiras atrativas e um jardim só de plantas suculentas.

Jardim Japonês Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica de Belo Horizonte
Qu4rto Studio/Acervo Belotur

Jardim Japonês
Em 2008 o Jardim Botânico de Belo Horizonte ganhou mais um atrativo, dessa vez em comemoração ao centenário da imigração japonesa no Brasil: o Jardim Japonês. O espaço de lazer e contemplação foi construído em uma área de 5 mil metros quadrados, com projeto de Haruho Ieda, paisagista japonês residente no Brasil há mais de 20 anos. Um lago com carpas coloridas; cascatas artificiais; árvores típicas como o pinheiro oriental, a cerejeira, a azaleia e o bambu; pontes e lanternas ornamentais, além da tradicional casa de chá, são alguns dos elementos que compõem o jardim. O local serve de lar para várias espécies de aves asiáticas, como o marreco-mandarim e a tadorna-tricolor.