Era preciso caminhar pela casa vazia, em cada quarto reencontrar os fantasmas, em cada azulejo rabiscado desenhar uma memória. Na sua jornada, bagunçando suas gavetas, Heitor percebe que a vida é tijolo, concreto que esmaga e aquele que mente voar, logo percebe a realidade do mundo: o tombo, a queda. É preciso se levantar e sonhar de novo.