Tem cidade que a gente conhece pelos monumentos. Outras, pela paisagem. Belo Horizonte também tem os seus cartões-postais, claro. Mas basta passar alguns dias por aqui para perceber que uma parte importante da experiência não cabe em fotografia.
Está nas pessoas.
Na conversa que começa no balcão da padaria. Na indicação de um lugar que não estava no roteiro. No garçom que explica o prato e, no meio da explicação, já contou uma história. Na mesa que ganha mais uma cadeira. No “chega aí” que não parece força de expressão.




