Tem cidades que a gente conhece andando. Outras, observando do alto. E tem aquelas que se revelam quando a gente desacelera e aceita outro ponto de vista. Belo Horizonte, agora, convida para esse novo olhar: navegar pela Lagoa da Pampulha e deixar que a cidade se conte a partir da água, do reflexo, do silêncio cortado pelo motor elétrico do catamarã e pela história que mora ali há décadas.




