O Carnaval de Belo Horizonte não acontece por improviso. Ele é construído ao longo do ano, em decisões públicas, em investimentos consistentes, em estratégias que enxergam o turismo como política de desenvolvimento urbano, cultural e econômico.
O Carnaval de Belo Horizonte não acontece por improviso. Ele é construído ao longo do ano, em decisões públicas, em investimentos consistentes, em estratégias que enxergam o turismo como política de desenvolvimento urbano, cultural e econômico.
A folia de Belo Horizonte já tem seus representantes máximos. Em uma tarde de domingo repleta de samba, alegria e celebração da cultura popular, a Corte Real Momesca do Carnaval de BH 2026 foi coroada no Parque Municipal Américo Renné Giannetti, marcando a abertura oficial do calendário da festa na capital.
Wallace Guedes (Rei Momo), Tamara Carvalho (Rainha) e Laís Lima (Princesa) receberam as faixas e, a partir de agora, serão os embaixadores da folia belo-horizontina em eventos, agendas oficiais e ações de promoção ao longo do ano.
Tem cidades que a gente conhece andando. Outras, observando do alto. E tem aquelas que se revelam quando a gente desacelera e aceita outro ponto de vista. Belo Horizonte, agora, convida para esse novo olhar: navegar pela Lagoa da Pampulha e deixar que a cidade se conte a partir da água, do reflexo, do silêncio cortado pelo motor elétrico do catamarã e pela história que mora ali há décadas.
Belo Horizonte completa 128 anos. E celebrar essa data vai muito além de marcar um dia no calendário. É celebrar uma cidade que nasceu planejada, mas aprendeu, ao longo do tempo, a se reinventar todos os dias a partir das pessoas que a vivem, caminham, ocupam e transformam seus espaços.
De janeiro a outubro, Belo Horizonte viu nascer novas histórias impulsionadas pelo turismo. Nesse período, o setor gerou 35,5 mil empregos formais e encerrou os dez primeiros meses do ano com saldo positivo de 1.351 vagas. São mais de mil pessoas que encontraram trabalho, recomeço e pertencimento dentro da cadeia que faz a cidade pulsar, dos atrativos às ruas, dos bairros aos grandes equipamentos culturais.
Cada vaga aberta é uma parte da cidade que se movimenta.