Quem chega a Belo Horizonte descobre rápido o que significa ser recebido de verdade. Aqui, a gentileza não é protocolo, é jeito de viver. O sorriso do garçom que oferece o melhor tira-gosto, a prosa despretensiosa com o taxista ou o motorista de aplicativo, a ajuda do desconhecido na rua: cada gesto mostra que hospitalidade é parte da alma da cidade. Em BH, não se trata apenas de abrir as portas, mas de abrir o coração.




