A Marca que fica é uma motivada pelo teatro do cotidiano que trata sobre o fazer teatral e aborda demandas de composição cênica, dramaturgia e expressividade, aperfeiçoado no texto inédito do paulista Ed Anderson. Esse espetáculo provoca o público ao pensar sobre dores, urgências, desesperos, prazeres e perigos, com roteiro contemporâneo, pós pandêmicos, sem deixar de legitimar - com vontade ímpar – o conteúdo artístico autoral.
Essa peça teatral está envolta a rodopios, pausa, respiros e silêncio. Ele tende a provocar o espectador a pensar no que fazer quando surgem vontades imprecisas de compartilhar desejos em público, diante de um obrigatório isolamento. Excita o espectador a própria inquietude como se ela não o bastasse e fosse preciso outros e mais outros para comentar sobre os incidentes de suas “aldeias”.