Sinopse: Vazante é corpo em fluxo, memória líquida e palavra em movimento. A água, metáfora dos fluidos internos — lágrimas, angústias, subjetividades —, atravessa a obra e se torna linguagem e comunicação. Em cena, o texto se derrama em gestos, fazendo surgir novas narrativas. Entre o íntimo e o digital, Vazante investiga o que escorre e vaza, traçando uma cartografia das bordas do corpo e do mundo.