O Arraial de Belô 2025 começou com tudo! E o primeiro fim de semana da festa no Mineirinho foi marcado por três pilares que mostram por que o evento é um dos mais importantes do calendário cultural da cidade: segurança, tradição e emoção.
O Arraial de Belô 2025 começou com tudo! E o primeiro fim de semana da festa no Mineirinho foi marcado por três pilares que mostram por que o evento é um dos mais importantes do calendário cultural da cidade: segurança, tradição e emoção.
Durante o mês de julho, Belo Horizonte se veste de festa para celebrar uma das épocas mais queridas pelos brasileiros: os festejos juninos! E o Arraial de Belô é muito mais que uma comemoração. É tradição pulsando, comida boa na Vila Gastronômica, encontros animados e uma programação musical que valoriza o que há de melhor no Arraial: tudo isso com entrada gratuita e em um dos espaços mais emblemáticos da cidade e com uma vista de tirar o fôlego, o Mineirinho.
Já foi dado o start na 6ª edição do Concurso Prato Junino 2025. A iniciativa, que une sabores, cultura e identidade, marca a história da gastronomia do Arraial de Belô. Estudantes de seis instituições de ensino superior participam das seletivas internas até o dia 18 de junho, com uma proposta potente este ano: apresentar receitas autorais que valorizam a afro-gastronomia belo-horizontina.
Se existe um mês em que Belo Horizonte exala cultura, memória, afeto e sabor, esse mês é julho. E quem vive ou visita a cidade sente que o Arraial de Belô vai muito além da tradição junina: o evento atrai turistas, movimenta a economia, fortalece a cultura popular, descentraliza os investimentos públicos e posiciona BH com destaque no cenário nacional.
Tem coisa mais mineira que transformar afeto em comida? Belo Horizonte está cruzando o mundo pra mostrar isso na prática. A capital mineira foi convidada a participar do “International Cities of Gastronomy 2025”, que acontece em Macau, na China, reunindo destinos reconhecidos pela Unesco como Cidades Criativas da Gastronomia. E não é só uma participação protocolar, não. É presença de corpo e alma, com sotaque, história e receita boa pra contar.