Nirvana de Ninguém – Música, poesia e resistência, projeto pensado pelo tríptico: Djami Sezostre, Gilberto Mauro, Saulo Fergo, mais a estrela de Rita Silva – pode ser visto como uma experiência ao infinito.
Se a música é a medula de diálogo em Nirvana de Ninguém, o mesmo pode ser articulado através da poesia, essencialmente, em função da estrutura do espetáculo.
Portanto, em Nirvana de Ninguém, vozes em estado de música e poesia dançam como pássaros ao redor do corpo, sendo também dança.
Mas sendo, por natureza, performance.
Nirvana de Ninguém, nome tirado de um poema de Djami Sezostre, é a inspiração em liberdade livre, sussurrou o anjo de Rimbaud durante uma viagem ao paraíso dos sentidos.
Nirvana de Ninguém com Djami Sezostre e Gilberto Mauro e Saulo Fergo e Rita Silva, participações especiais dos músicos Jorge Dissonância e Getúlio Prates e da poeta Vera Casa Nova, cenário Djami Sezostre, iluminação Geraldo Octaviano.