O Palácio das Artes recebe temporada do espetáculo “Riobaldo" (@riobaldoapeca), monólogo de Gilson de Barros, adaptado da obra “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa.
O recorte ilumina a importância dos amores, do ex-jagunço, que dá nome à peça, com três pessoas que determinaram sua trajetória: Diadorim, Nhorinhá e Otacília.
Ao rememorar, Riobaldo reflete sobre questões que extrapolam o sertão e caracterizam a própria dialética da travessia do homem humano.
Com direção de Amir Haddad, a montagem passou pelo Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, recebendo elogiosas críticas e indicações de melhor espetáculo, e, agora, chega ao Teatro João Ceschiatti para apresentações de 3 a 12 de março, sempre de sexta a domingo, com ingressos a partir de 25 reais.
“Estamos realizando uma curadoria especial para o Teatro João Ceschiatti, entendendo que o espaço tem autonomia técnica para receber importantes montagens teatrais ao longo do ano.
Abrimos a temporada de março com o clássico “Riobaldo” e, em seguida, teremos o premiado espetáculo “Eu Sempre Soube”, com Rosane Gofman””, adianta Sérgio Rodrigo Reis, presidente da Fundação Clóvis Salgado, mantenedora do Palácio das Artes.