A atriz é uma personagem que conta a história da pintora através de fragmentos do diário da artista e de registros da sua biografia.
Usando o corpo também como expressão de fala, a dança entra como um elemento importante.
O silêncio é tão presente em cena que pode se considerar um 3° ator. A peça é dividida em 5 atos, tendo a participação de um ator convidado no 2° ato.
O ator traz para a cena elementos físicos que servem de ponte, onde a personagem ao cruzar se tornará a própria Frida Kahlo. O fim da peça é o começo da vida de Frieda.
Como ela adorava brincar com a dualidade. Vida x morte.
Morte x nascimento, o público vai viajar nesse ciclo da vida e conhecer a infância da artista, seus sonhos, como a arte esteve presente na sua juventude e o início do caminho que a levou a ser a artista mais popular e intrigante do século XX.
É a história da personagem que segura a narrativa e tem a responsabilidade de buscar a identificação do público.
A Frida foi construída, através do corpo e do jogo cênico e com fragmentos da criação do roteiro, onde aprofundei nos sentimentos de suas obras e nos pensamentos íntimos do seu diário.
A peça tem 5 atos, onde eu seguro a narrativa a todo momento, trazendo Frida em 4 personalidades: A amiga imaginária (bailarina), a madrinha (morte), a esposa pintora, (Frida kahlo), a criança (Frieda).
Sinopse:
Um dama-poético que faz um mergulho profundo na obra da maior artista do século XX. Frida Kahlo foi uma figura pitoresca, intrigante e única.
Através de fragmentos de sua vida, doses de tequila, de seus delírios, páginas do seu diário íntimo e de passos de dança, o público irá se sentir próximo da pintora e enxergar a mulher por trás do mito.