A Praça Raul Soares, na região Central de Belo Horizonte, novamente será palco do CURA – Circuito Urbano de Arte.
O evento acontece entre 15 e 25 de setembro de 2022 e, como já é de costume, os um dos artistas será selecionado via convocatória.
Desta vez, os NFTs têm um papel central: será selecionada uma obra digital que se tornará NFT e ocupará com lambe a fachada do Hotel Sorrento. “Cada edição do Cura reflete um momento, sugere desvios e desenha novos mapas, abrindo caminhos para perspectivas políticas e criativas múltiplas, para existências mais plenas, dignas e diversas, e para arranjos econômicos alternativos àqueles a que somos submetidas diariamente” explica Priscila Amoni, uma das curadoras e idealizadoras junto de Janaína Macruz e Juliana Flores.
Ao longo do último ano, um assunto emergiu em diversos encontros do Cura: os NFTs ou tokens não-fungíveis.
Para muitas pessoas, os NFTs representam a vanguarda da produção artística - um caminho para potencializar a criação, a comercialização, a divulgação de obras e a sobrevivência de artistas que se lançam a produzir no meio digital. “O tema articulador do Cura22 é a terra, um espaço de acolhimento das lutas, de reconhecimento do passado e cultivo do futuro.
Na terra fértil, o corpo de luta vira semente para o levante coletivo: onde cai um, nasce um milhão.
Nossa pergunta para você nesta convocatória é: qual imagem você convoca para a luta?”, completa Priscila. A avaliação dos trabalhos será feita por um júri escolhido pela organização do CURA e o resultado será divulgado no dia 12 de setembro.
O edital está disponível no site