Como num recital improvisado de manicômio ou uma ópera regida pelo mestre horror, “Ópera Massacre” é um oportuno encontro da tragicomédia e o gênero do absurdo.
Inesperado, caótico e, ao mesmo tempo, extremamente sólido na sua dimensão humana.
Nesta trama mirabolante uma família entra em colapso quando se vê obrigada a preparar o velório da matriarca, uma distinta cantora de ópera com um defeito singular: se recusar a morrer.