Sinopse:
Afrometáforas: Carne, Sangue, Ancestralidade, Investiga o trânsito dos símbolos negros na espiralidade do tempo, diferentes camadas de existência dão forma ao movimento. A obra parte da ideia de que a memória não está distante, mas presente, inscrita na carne e acionada pelo movimento. Contamos nossa história dançando.
Os gestos que emergem carregam histórias de quem foram e de quem seguem sendo nossos povos, revelando modos de viver, resistir e produzir sentido no mundo. Ao dançar, organizamos essas imagens, fazendo com que elas retornem transformadas, atualizando saberes que não se encerram no passado.
A cena se constrói nesse fluxo, onde o tempo não é linear, mas espiralado. A dança se torna espaço de passagem, sustentando presenças, atravessamentos e continuidades que insistem em permanecer.
Produção: Hugo Martins Silva
INGRESSOS
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Av. Professor Alfredo Balena, 586 - Santa Efigênia - Belo Horizonte/MG