O que define uma coleção? Para o Tiquequê – que celebra 25 anos de carreira em 2026 –, a resposta vai além de objetos guardados em caixas. A palavra “coleção” carrega em sua etimologia o latim collectio, derivada de colligere: escolher e reunir. É exatamente esse o espírito da nova turnê de Diana Tatit e Wem. A curadoria do olhar Colecionar é um gesto atemporal da infância que atravessa gerações: mesmo em um mundo repleto de estímulos digitais, as crianças seguem encontrando fascínio
em reunir pedrinhas, conchas ou figurinhas. O show celebra a beleza de agrupar itens que são únicos e diferentes entre si, mas que ganham um sentido especial quando compõem um todo. Em “Coleções”, cada elemento é uma peça distinta de um conjunto maior, mostrando que o valor real nasce do olhar criterioso que escolhe o que merece ser guardado.
O repertório foi pensado como uma coletânea: uma seleção das “melhores entre as melhores”, onde sucessos como Barulhinho, Barulhão, Bota Ovo e Quero Começar são revisitados e reimaginados. Cada canção é uma peça única que, somada às novas composições, forma um conjunto de memórias musicais.
Se uma coleção reúne o que é único e precioso, o coletivo celebra o encontro das singularidades: onde a diversidade é o que enriquece a experiência humana. Para que todos possam ocupar seu lugar de forma plena, o Tiquequê assume a inclusão como pilar central, oferecendo tradução em Libras, audiodescrição e uma equipe preparada para acolher famílias atípicas, garantindo que cada criança e adulto integre essa grande coleção de afetos no seu próprio tempo e jeito.