Cia. de Dança Palácio das Artes na Virada Cultural 2022

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Tendo o corpo como lugar de criação e a temporalidade como narrativa, a Cia. de Dança Palácio das Artes (CDPA) leva ao público, no dia 4 de setembro, a intervenção artística “Uma perda súbita de flores” e a performance “(in)tensões”. As apresentações acontecem no Parque Municipal Américo Renné Giannetti, a partir das 10h, e fazem parte da Virada Cultural de Belo Horizonte. O evento é gratuito.

 

“Uma perda súbita de flores”, a natureza e a temporalidade como inspiração

Junção de quatro performances distintas e construídas em momentos diversos, a intervenção “Uma perda súbita de flores” é composta das performances “Corpo Árvore: o tempo”, “Corpo Flor: o súbito”, “Corpo Árvore/Flor: o instante infinito” e “Corpo-casa: tempo de morada”.

A performance traz as bailarinas Anahí Poty, Cláudia Lobo, Maíra Campos e Isadora Brandão, que constroem corpos/estados e colocam em relevo elementos do tempo.

O trabalho evoca a sabedoria da natureza e a temporalidade que as recobre por meio de diversos elementos e da efemeridade das rosas. “A ideia surge a partir de uma relação existente entre as quatro performances por meio do símbolo da árvore enquanto metáfora do tempo”, explica Cristiano Reis, diretor da Cia. de Dança Palácio das Artes.

 

“(in)tensões”, um jogo corporal enunciado por um jogo de palavras

A montagem “(in)tensões” foi concebida coletivamente a partir de experimentos e reflexões acerca de cenas de espetáculos da Cia, em que o protagonismo do trabalho era do elenco masculino da CPDA. Partindo dessa configuração, o elenco feminino da Cia. estrutura a direção da intervenção tendo como ponto de referências as reflexões: Como você vivencia um conflito? Quais são os pontos seguros em que você se apoia? E quais são os pontos frágeis?

Respondendo aos questionamentos, os artistas criaram uma situação de jogo, tensionando o corpo, o espaço, o movimento e as ações internas que relacionam o tempo e a percepção de si mesmos. “(in) tensões” é uma intervenção de Dança da Cia de Dança Palácio das Artes com atuação do elenco masculino dirigido pelo elenco feminino da CDPA.

“O trabalho traz uma reflexão sobre os pontos frágeis e pontos seguros do masculino e da relação de fricção existente entre o individual e o interno do corpo de cada bailarino a partir de uma construção coletiva”, pontua Cristiano Reis.

 

CIA DE DANÇA PALÁCIO DAS ARTES

Reconhecida como uma das mais importantes companhias do Brasil, é uma das referências na história da dança em Minas Gerais. Foi o primeiro grupo a ser institucionalizado, durante o governo de Israel Pinheiro, em 1971, com a incorporação dos integrantes do Ballet de Minas Gerais e da Escola de Dança, ambos dirigidos por Carlos Leite – que profissionalizou e projetou a Companhia nacionalmente.

O Grupo desenvolve hoje um repertório próprio de dança contemporânea e se integra aos outros corpos artísticos da Fundação – Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e Coral Lírico de Minas Gerais – em produções operísticas e espetáculos cênico-musicais realizados pela Instituição ou em parceria com artistas brasileiros.

A Companhia tem a pesquisa, a investigação, a diversidade de intérpretes, a cocriação dos bailarinos e a transdisciplinaridade como pilares de sua produção artística. Seus espetáculos estimulam o pensamento crítico e reflexivo em torno das questões contemporâneas, caracterizando-se pelo diálogo entre a tradição e a inovação.

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Parque Municipal Américo Renné Giannetti - Avenida Afonso Pena, 1377 - Bairro Centro
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Os trabalhos experimentais foram concebidos, respectivamente, a partir de um processo de reflexão sobre um jogo corporal enunciado por um jogo de palavras; e acerca da natureza e da temporalidade como movimento.

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