Em cena, a atriz assume sua identidade, abordando a solidão da mulher negra a partir de suas próprias vivências e de outras mulheres negras. Inspirada em “Vivendo de amor” de bell hooks, a dramaturgia questiona o padrão de amor como crítica ao tradicionalismo branco, revelando a ausência e a busca afetiva das mulheres negras. Com trilha autoral e relatos pessoais, a obra propõe uma reflexão poética e política sobre o amor e a identidade.