Sem limitações ou bandeiras acerca da arte, o trio faz um trabalho autoral emoldurado por referências que representam o que há de mais inovador na música brasileira popular.
A musicalidade da banda apresenta uma infinita gama de referências bastante abrangente.
O trabalho é uma amálgama sonora que recebe influências do pop/rock/blues de John Mayer, passa pelo folk moderno do Munford & Sons, bebe nas fontes do romantismo de Roberto Carlos, descansa na pegada rancheira de Almir Sater e flerta com o funk dos Doobies Brothers.
Esses temperos são recheados por letras que – cantadas em português – trazem em sua essência e leveza insustentável do ser, temas do cotidiano, coisas leves e versos que além de diretos, são pueris.