“Eu, sobrevivente”, nasceu (despretensiosamente) durante a pandemia, num processo de auto análise, com sentimentos que oscilavam diariamente. Nesse processo intimista, os mesmos emergiram, linkados à canções que se identificavam com “esses momentos”.
Assim não foi surpresa me deparar com Caetano, Chico, Gil, Milton Nascimento, Flávio Venturini, Ivan Lins, Tom Jobim, Gonzaguinha, Benito de Paula, Cazuza, Pablo Bertola e Djavan.
Como sobrevivente, eu João Melo, ator, cantor e diretor, quero compartilhar esse desafio de cantar esses grandes poetas da música.