A narrativa apresenta Violette Toussaint, uma mulher que leva uma vida simples como zeladora de um cemitério em um vilarejo na Borgonha. Seu cotidiano é dedicado à preservação da natureza e ao cuidado com os animais que habitam o local, enquanto atua como receptora das confidências dos visitantes, que compartilham relatos que transitam entre o trágico e o cômico.
A personagem divide com o público não apenas essas histórias externas, mas também suas próprias memórias pessoais. Mesmo tendo enfrentado uma infância difícil, o desaparecimento do marido e diversos obstáculos ao longo da vida, Violette encontra refúgio e consolo nos rituais diários e no cultivo das flores. Sua trajetória é marcada por uma crença persistente na felicidade, mantendo uma postura resiliente diante das adversidades.