Os equipamentos culturais públicos municipais realizam diversas atividades que garantem a acessibilidade para pessoas com deficiência.
Entre elas, estão previstas para o mês de novembro exibição de filmes, visitas mediadas às exposições, narração de histórias e oficinas.
A programação acontece em museus, bibliotecas e outros equipamentos culturais geridos pela Secretaria Municipal de Cultura e Fundação Municipal de Cultura.
Confira a agenda logo abaixo:
Introdução à audiodescrição de imagens estáticas
A atividade tem como objetivo apresentar os fundamentos, técnicas e princípios da audiodescrição aplicados a imagens estáticas no contexto de equipamentos culturais. A audiodescrição é um recurso de acessibilidade comunicacional que permite a tradução intersemiótica de imagens em palavras.
Era Uma Vez
O objetivo do evento é celebrar contadoras e contadores de história da cidade que se formaram no grupo, bem como homenagear aqueles que nos deixaram ao longo desses anos. Toda a programação contará com a participação de intérpretes de libras e mediação de Rodrigo Teixeira.
Sessão Azul
Em referência ao mês da Consciência Negra, a Sessão Azul exibirá cinco curtas metragens brasileiros, voltados para o público infanto-juvenil, que trazem em seu enredo o protagonismo de crianças negras. Serão exibidos os filmes Vai dar Samba (2010), de Humberto Avelar; Reisado Miudim (2008), de Petrus Cariry; Maré Capoeira (2005), de Paola Leblanc; Carreto (2009), de Cláudio Marques e Marilia Hughes Guerreiro; e Picolé Pintinho e Pipa (2006), de Gustavo Melo.
CRDança BH - Todo mundo pode dançar
A Casa do Baile recebe o Circuito Municipal de Cultura com a Primeira Mostra CRDança BH - Todo mundo pode dançar, com a atração "Danceability", durante o evento Noturno nos Museus. A atividade mostra os resultados da oficina ministrada por Renata Mara (pessoa cega) e Samuel Samways, que utiliza os princípios do método DanceAbility, para pessoas com deficiência e sem deficiência.
Visitação a Casa do Baile
A Casa do Baile conta com maquete tátil, materiais táteis e audiodescrição do espaço, além da disponibilização de vídeo com visita em Libras. Com isso, a visitação é acessível para pessoas com deficiência visual (cegueira e baixa visão), crianças, pessoas com deficiência intelectual, pessoas com transtorno do espectro autista, pessoas surdocegas, pessoas com deficiência auditiva e comunidade Surda.
Encontros de Acessibilidade
Voltada para o público interno, os servidores que atuam no educativo. O encontro formativo será dos educadores do Museu Casa Kubitschek e da Casa do Baile com o Mudevi (Movimento Unificado de Deficientes Visuais de Belo Horizonte), a fim de desenvolver metodologias de mediação voltadas para pessoas com deficiência visual nos espaços museais.
Encontros de Acessibilidade
Voltada para o público interno, os servidores que atuam no educativo. O encontro formativo será dos educadores do Museu Casa Kubitschek e da Casa do Baile com o Mudevi (Movimento Unificado de Deficientes Visuais de Belo Horizonte), a fim de desenvolver metodologias de mediação voltadas para pessoas com deficiência visual nos espaços museais.
Trama: processos educativos na Pampulha
A exposição reúne os projetos “Bordando Memórias” e “Lab Design”, colocando a casa modernista que abriga o museu em diálogo com bordados e protótipos de objetos de design inspirados no território Pampulha. O museu disponibiliza audiodescrição do espaço, toque em elementos da arquitetura, mobiliário e bordados selecionados
Local: Avenida Otacílio Negrão de Lima, 4.188, Bandeirantes – Pampulha
Agendamento: as visitas podem ser agendadas previamente e já conta com agenda para usuários do Centro de Convivência Cézar Campos, da Prefeitura de Belo Horizonte, no dia 9 de novembro, às 14h; e um atendimento ao grupo de mulheres do Movimento Brasileiro de Mulheres Cegas e com Baixa-visão, no dia 10 de dezembro, 9h.
Cine Jornais em Belo Horizonte
A exposição conta com todos os vídeos em libras. Além das libras, “cabines” de alto-falantes fazem com que o visitante cego consiga escutar o conteúdo dos filmes. Ao longo da exposição o público é convidado a “viajar” ao século passado, de encontro a uma Belo Horizonte bem diferente da cidade que vivenciamos nos dias de hoje. As construções, o trânsito, a densidade demográfica, a vegetação, a moda, entre outros, são aspectos visíveis desta transformação e podem ser observados no percurso expositivo. O museu conta com acessibilidade para cadeirantes e possui sinalizações em braile para os sanitários e bebedouros.