A exposição “MAP Itinerante” convida o espectador a refletir sobre o Museu de Arte da Pampulha como um patrimônio vivo e tem o intuito de levar, para diferentes públicos de diferentes regionais, um pouco de sua importante história. A mostra é composta por impressões em painéis móveis, que narram a trajetória do Museu, desde sua concepção até os dias atuais. A proposta é que a exposição percorra vários espaços da cidade de Belo Horizonte, com início nos equipamentos culturais da FMC. A exposição permitirá ao público conhecer a história do MAP, seus momentos mais significativos e entender seu importante papel no cenário das artes local e nacional. Com um formato portátil e leve, ela visa aproximar os visitantes das histórias que formaram esse patrimônio artístico e arquitetônico, refletindo sobre a preservação, a memória e a arte contemporânea. Além da história do MAP, para enriquecer a exposição, em cada local onde a mostra estiver será convidado um artista com vínculo com o território, que, junto com o setor educativo do MAP, oferecerá uma atividade relacionada ao Museu e à linguagem artística do convidado, que poderá intervir e utilizar um dos painel em branco que acompanhará cada ação.
Neste mês a exposição estará no Centro Cultural Salgado Filho.
Nesta edição do Diálogos MAP: “Reflexões sobre o Bolsa Pampulha - rumo à 10ª edição” teremos a presença de Laura Belém, artista que trabalha com diversas linguagens, incluindo a instalação, a escultura e a arte sonora, participante da 1ª edição do Bolsa Pampulha como artista e como orientadora na 8ª edição. Também participa o artista Froiid, participante da 8ª edição como artista e da 9ª edição como membro da comissão de acompanhamento. Os convidados dividirão suas vivências e experiências dentro do programa Bolsa Pampulha, trazendo perspectivas possíveis para a 10ª edição. A mediação é de Augusto Fonseca, organizador da 5ª, 6ª e agora da 10ª edição.
“Poemas Fantásticos para Jardim” traz um conjunto de obras que exploram a ficção, com representações de seres híbridos fabulosos, plantas e animais, que provocam a sensibilidade do espectador e dialogam com a paisagem local de forma lúdica. Efe Godoy possui reconhecida trajetória e já participou de diversas ações da instituição além de ter sido bolsista de uma das edições do programa Bolsa Pampulha, programa de residência de estímulo às artes visuais. A artista retorna agora para a realização de uma exposição individual com trabalhos inéditos, criados especificamente para o local, conforme as premissas do consolidado programa Arte Contemporânea.
Pensando na temática do bordado final da edição 2025 do projeto Bordando Memórias, foi pensada uma visita técnica de nossas bordadeiras ao borboletário do zoológico da cidade de Belo Horizonte, que fica próximo ao Museu Casa Kubitschek, para apreciação das borboletas presentes na região da pampulha, ciclo de vida, curiosidades, hábitos de espécies.
Este ano o aniversário do Museu Casa Kubitschek inspira a reflexão acerca dos diferentes modos de morar a partir da oficina de produção de casas com materiais naturais. Após a apreciação de produções literárias sobre a temática e mediação especial na casa, participantes da atividade poderão compor cenários de habitação utilizando a pintura de fachadas em folhas do jardim e pedras portuguesas.
A oficina passará pela história do som no cinema, fases de produção de um filme e suas particularidades da pré à pós produção de som.
Com foco nos incêndios que acontecem dentro do território brasileiro, a obra 'Fogo Aberto (ou Abrir Fogo)' incorpora a violência dos atos contra o patrimônio natural e cultural que têm ocorrido de maneira marcante na atualidade e expõe os danos provocados pelos mesmos, revelando a paisagem desfigurada que tem sido deixada para as futuras gerações, como resultado dessa agressão repetida.
O evento é um encontro dedicado a explorar a importância de contar e preservar as histórias locais, celebrando as memórias que unem diferentes gerações. O evento inclui uma visita guiada ao museu, seguida de uma conversa com a professora Laura Aguiar e Ana Montalvão sobre formas criativas de manter vivas essas narrativas. Para colocar a mão na massa, os participantes farão uma oficina prática com o Thi (do canal Pod Ônibus), aprendendo a transformar histórias de seus bairros em Reels - um formato tão presente no nosso dia a dia digital. Após o evento, quem quiser poderá criar um Reels sobre o seu bairro de escolha e enviá-lo ao museu, para que seja preservado e integrado ao acervo.
Oficina de pintura em aquarela, a partir de sombras criadas com materiais naturais coletados no entorno do Casarão. Com Lara Carvalho.
Criação de um mini-livro a partir das texturas das árvores, captadas com massinhas e transferidas para o papel com tinta. Com Lara Carvalho.
Oficina de confecção de seres imaginários com as folhas e sementes encontradas no Museu. Com Aile Ziel.
Aos domingos, nossa Sala de Acolhimento se transforma em um espaço vivo de interação e aprendizado! Venha explorar recursos pedagógicos, lúdicos e afetivos e viver novas experiências no museu.
Vitória Canton ocupa o café do MUMO com imagens e objetos que transitam entre as artes gráficas e o artesanato, criados a partir de elementos encontrados nos figurinos expostos na mostra ‘'Clara Nunes, eu sou a tal mineira’'. Na intervenção, intitulada ‘'Enfeitada’’, Vitória propõe uma nova instância ao que compõem a identidade de Clara Nunes, e convida o público a experienciar um retrato de sua produção nas artes visuais, que investiga aviamentos e enfeites como matrizes.
Fruto de uma parceria entre o Museu da Moda e o Instituto Clara Nunes, a exposição "Clara Nunes - Eu Sou a Tal Mineira" percorre a carreira da cantora desde o início, em, até sua consagração nacional e internacional. A mostra destaca a influência da moda na carreira da artista, explorando 50 figurinos e adereços originais que serão exibidos pela primeira vez em conjunto. Ocupando os dois andares do Museu , os figurinos estão entrelaçados com documentos, objetos, adereços, recortes de jornais e fotografias, apresentando a trajetória da artista e sua imbricada relação com a cultura brasileira e a religiosidade de matriz africana.