Tulinho é uma das vozes mais potentes da nova geração do rap brasileiro. Nascido em Cunha, no interior de São Paulo, o artista carrega nas rimas a força de sua vivência enquanto homem preto no Brasil. Sua escrita é crua, íntima e necessária: transforma dor em resistência e faz da música um espaço de verdade e cura coletiva.
Faixas como “Era Só um Pesadelo” e, principalmente, “Tentei Ser Good Vibes” — hoje com mais de 1 milhão de streams e já considerada um clássico contemporâneo do rap nacional — consolidaram seu nome na cena.
Seu talento conquistou o respeito de ícones como Mano Brown, GOG, Orochi e Duckjay, além de impressionar pela intensidade e grandiosidade de suas apresentações ao vivo.
Em 2025, sua trajetória ganhou novas fronteiras com a estreia internacional em Lisboa, Portugal, marcando o primeiro show de sua carreira na Europa. Um passo que reafirma a força do rap como linguagem universal e a relevância de Tulinho como representante da música brasileira.
Hoje, com mais de 200 mil seguidores nas redes, Tulinho não é apenas um artista em ascensão: é voz de uma geração que encontra no rap não só entretenimento, mas identidade, acolhimento e transformação.
Nesse propósito nasce “Pacificamente Violento”, seu primeiro EP e o maior projeto da sua carreira. Com 6 faixas inéditas, Tulinho traz para seu público a realidade vivida por ele, especialmente após a conquista da saída do regime CLT, o que culminou na dedicação integral à carreira. Com participações como Kell Smith, Pecaos, Cashline, A.X.L e produções de DJ Caíque, Batista, Smoker Chriss, Danny Brasco (Chile), é impossível não se emocionar com cada faixa.
Mais do que números, sua presença transmite verdade e propósito — e nos dá a sensação privilegiada de testemunhar, em tempo real, um novo nome do rap brasileiro escrevendo sua história. Tulinho é, definitivamente, um artista impossível de se ignorar.