Os Centros Culturais Públicos Municipais de Belo Horizonte oferecem diversas atividades culturais virtuais e presenciais, voltadas para todos os públicos. Esse mês muitas exposições com diversos temas estão disponíveis. Consulte a mais próxima de você!
Acesse a agenda logo abaixo:
Exposição Circuito Hip Hop Barreiro
O Circuito Hip Hop Barreiro que tem como premissa o reconhecimento e a valorização da cultura hip hop em Belo Horizonte tendo como foco a região do Barreiro. Como resultado do chamamento público para Artes Visuais, o CCBDI recebe uma exposição itinerante com obras dos artistas Ed-Mun, Fresh, Kroif, Mano Dean, Mart Posse, Riot, Tina Soul, Wanatta e Zi Reis. As obras foram produzidas em residência artística no final de 2022. De janeiro a abril de 2023, as obras circulam pelos Centros Culturais Públicos do Barreiro.
Exposição TV Itacolomi – A pioneira de Minas
A mostra viaja pela rica trajetória da primeira emissora de televisão do Estado, reunindo fotografias, depoimentos, objetos e registros audiovisuais. O contexto histórico, artístico e da comunicação da TV será retratado em cada ambiente do CCJG, de modo interativo, contemplativo e informativo.
Exposição “De Férias na Biblioteca”
Exposição de novos livros comprados para o acervo das bibliotecas da FMC. Tem poesia, aventura, romance e muito mais! Aproveite as férias e conheça o acervo da nossa biblioteca!
Exposição BH é Quem? BH é Nóis!
Mostra das fotos tiradas pelos alunos da Escola Estadual Divina Providência durante as aulas-passeios realizadas em 2022. A exposição é uma releitura fotográfica do olhar da periferia sobre 19 espaços culturais, históricos e turísticos ocupados pelos alunos. Parceria. Escola Estadual Divina Providência.
Exposição Numa Folha Qualquer
Exposição de aproximadamente 150 desenhos dos usuários do CCPE que participaram da oficina Numa Folha Qualquer, promovida por Richardson Freitas ao longo do ano de 2022.
Exposição Pretas no Branco
A mostra refere-se à série de fotografias artísticas com mulheres negras de Belo Horizonte e Região Metropolitana, abrangendo locais como Alto Vera Cruz, Taquaril, Barreiro, Santa Luzia, Venda Nova, Contagem e Vespasiano. São 29 obras (quadros de MDF, tamanho 60x40cm), em que se pode conferir diversos ensaios com essas mulheres, idealizados e produzidos por Márcio Silva, que teve a colaboração de Chay Miguel, Kelly Camillozzi, Camila Sampaio, Fabiana dos Santos e Francielle Calegario.
Mostra Fotográfica Espaço Livre para as Artes
A exposição fotográfica sintetiza as diversas nuances do projeto Espaço Livre para as Artes, marcado pela multilinguagem, diversidade e pluralidade. O projeto vem sendo realizado pelo CCSF desde 2016, cuja expressão artística conta com a participação de diversos artistas do território e das cenas de Belo Horizonte.
Exposição Aprendendo com Anne Frank
A mostra apresenta fatos importantes da vida de Anne Frank durante a II Guerra Mundial e estimula reflexões sobre os perigos advindos do preconceito e da discriminação, a importância da liberdade e da igualdade de direitos.
Exposição Literária: Irmãos Grimm e o sentido maravilhoso da vida
A exposição é uma mostra do fantástico mundo encantado dos irmãos Jacob e Wilhelm Grimm.
Exposição Faces Africanas – Rô dos Santos
A artesã Rô dos Santos iniciou seus trabalhos com papel machê em meados de 2000. Ao longo desses anos, teve diversas exposições em espaços culturais. Para a artista, "fazer máscaras é como viajar para um mundo de fantasias onde rostos imaginários surgem nas pontas dos dedos, trazendo olhares, sorrisos e até mesmo dor de uma face desconhecida".
Exposição Entre Mares – Marcillene Ladeira
A exposição traz, por meio das obras, uma reflexão da realidade em texturas, amassaduras, reflexos e brilhos. A artista constrói sua poética a partir da coleta seletiva, fotografia e distintos matizes de uma paleta cromática da reciclagem. São pinturas que implicam em tons político-ambientais.
Exposição Atlanticidades e Diáspora África Brasil
A mostra busca traduzir o Atlântico como canal das diásporas que trouxeram milhares de africanos e suas culturas para o Brasil. A exposição resgata as rupturas e renascimentos desde as ancestralidades desses povos e como suas culturas resistiram e permaneceram na formação identitária das comunidades. São artes plásticas de técnicas variadas, que contam com a participação e crítica do público para que a discussão sobre o tema supracitado permaneça viva.
Acesse todas as informações sobre como visitar os espaços no site: pbh.gov.br/reaberturacentrosculturais