26º Festival de Inverno de Congonhas

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O 26.º Festival de Inverno de Congonhas segue nesta semana com a programação de shows, espetáculos de teatro e dança, bate-papos e oficinas.

São mais de 60 atrações gratuitas e no formato virtual, com transmissão pelos canais oficiais da Prefeitura Municipal de Congonhas na web, Facebook (PrefeituradeCongonhas) e Youtube (CanalCongonhas).

A programação teatral tem início nesta terça-feira, dia 17, às 18h, com o espetáculo “Tempos de Janela”, do grupo Dez pras Oito, de Congonhas.

Na quarta-feira (18), às 19h, o Grupo Galpão apresenta a gravação do espetáculo “Till, a saga de um herói torto”.

A montagem estreou em 2009 e traz a saga de Till, repleta de presepadas e velhacarias. Till é o típico anti-herói cheio de artimanhas e dotado de um irresistível charme.

Um personagem encontrado em várias culturas, que se assemelha muito ao nosso Macunaíma ou Pedro Malasartes.

Em seguida, às 20h30, acontecerá bate-papo ao vivo com as atrizes do Grupo Galpão Teuda Bara e Inez Peixoto, com mediação do curador do 26.º Festival de Inverno de Congonhas, João Sabará.

Outro destaque do teatro é o espetáculo “Comi uma galinha e tô pagando o pato”, de Carlos Nunes, com exibição na sexta-feira (19/8), às 20h.

No palco, o ator interpreta o presidiário Zé da Silva, narrando, com muito humor e pitadas de ironia, como foi parar na prisão após roubar a galinha de estimação da filha de um deputado.

Na dança, Leticia Dias e Filipe Santana estreiam o espetáculo “Toda Forma de Amar”, na quarta-feira (18/8), às 18h.

No sábado (21/8), às 16h, acontece a apresentação do espetáculo “Valorizando a graciosidade de Congonhas”, com integrantes da Escola de Danças Lorrayne.

A programação de shows conta com a importante valorização dos artistas locais, com mais de 30 apresentações.

Na terça-feira (17/8), às 19h, apresenta-se a cantora Maria Alice Santana, com o “Ritmos no Tempo”.

O show “Ton’s de Amizade”, com o grupo Wellington Souza Quarteto, fará apresentação quarta-feira (18/8), às 21h.

Na quinta-feira (19/8) acontecem os shows de artistas locais “A fé e o piano”, de Samuel Damian, às 18h; e “Latinamericanus”, às 19h.

Na sexta-feira (19/8), às 19h, tem o show “Junto e Misturado”; e às 21h, Julio Beisamba apresenta “Beisamba - A Raiz do Samba”, e no sábado (21/8), às 18h, ocorre a apresentação do show “Acrônico”, com a artista Marianny Queiroz.

Em seguida, às 19h, haverá o show da Banda Meridian, e às 21h, tem o “Rock no Carvoeiro”, com a Banda Dedé Carvoeiro.

Já no domingo (22/8), às 18h, o público poderá assistir ao “Forrozeando pelas Gerais”, com Deise Lucci; “Xote do Bom”, às 19h; e “Mineiros de ferro, às 20h30.

Na quinta-feira (19/8), às 17h, ocorre a palestra “A linguagem dos sinos e sua importância na paisagem sonora de Congonhas”, com Rafael Mendes de Resende.

São 50 vagas, com apresentação na plataforma Google Meet e os interessados podem se inscrever por meio de formulário disponível no site da Prefeitura de Congonhas.

O Festival conta também com programação para a criançada. No sábado (21/8), às 17h, acontece o show “Pirulito e Amigos”, com o Palhaço Pirulito, e no domingo (22/8), às 17h, as crianças se divertem com o espetáculo “Achadouros - Teatro para Bebê”, com o grupo Criadouros.

Entre as atrações da última semana do Festival, está a montagem “Triz”, o do Grupo Corpo.

Com coreografia de Rodrigo Pederneiras e músicas de Lenine, a exibição gravada será na terça-feira (24/8), às 19h.

A sensação de estar sob a mira da mitológica espada de Dâmocles, suspensa por um tênue fio de crina de cavalo, foi tão imperativa durante todo o período de gestação da dessa obra do Grupo Corpo que acabou não apenas se impondo como o grande mote para a sua criação, mas servindo, também, de inspiração para o seu nome – Triz, palavra de sonoridade onomatopaica, que tem nos vocábulos gregos triks/trikós (pelo, cabelo) sua mais provável origem etimológica, simbolizada pela expressão por um triz (por um fio).

O experiente músico e violeiro Chico Lobo também é convidado do Festival e participa de um bate-papo com o tema “Como ajudar o artista enfrentar esses tempos de pandemia”, às 20h, no dia 26 de agosto, quinta-feira, seguido de seu show, às 21h.

A realização do 26.º Festival de Inverno de Congonhas é da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura de Congonhas com patrocínio do Instituto Cultural Vale.

O secretário municipal de cultura de Congonhas, Jean Angelo de Oliveira, destaca a importância em manter ativo o tradicional evento na cidade.

“Os Festivais de Inverno, que têm destaque em diversas cidades do interior de Minas Gerais, cumprem a nobre missão de trazer ao público os talentos regionais, as “pratas da casa”, além de artistas de destaque na cultura nacional.

Em Congonhas, cidade que tem sua efervescência religiosa, cultural e turística, queremos manter, ainda mais vivo, neste momento de pandemia, o nosso festival, buscando proporcionar momento de alegria e entretenimento a todos”, diz o secretário.

O curador do 26.º Festival de Inverno de Congonhas, João Sabará, conta que a programação foi pensada de forma a trazer toda a multiplicidade artística de Congonhas, mesclada com o que é produzido nacionalmente.

“Nosso festival é norteado pensando em agradar a adultos, jovens e crianças.

Queremos apresentar ao público o rico elenco de artistas e intelectuais da cidade de Congonhas; e também grupos de reconhecimento nacional e mundial.

No escopo oferecemos uma diversidade temática.

E, sendo a programação virtual, damos a oportunidade da população congonhense e de fora da cidade em participar”, destaca o curador.

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Espetáculo “Till, a saga de um herói torto”, do Grupo Galpão, e a peça “Comi uma galinha e tô pagando o pato”, de Carlos Nunes, estão entre as atrações desta semana.

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