No Casca, os chefs Pedro Barros e Victor Zuliani apostam no aproveitamento integral dos ingredientes. Cascas de mexerica e outras frutas cítricas entram em diferentes preparos, enquanto o pato é utilizado em três receitas. A proposta também chega aos copos, com coquetéis feitos a partir de fermentados produzidos na própria cozinha. Instalado no bairro Carmo, em Belo Horizonte, o restaurante organiza o menu entre fritos, frios e brasa, com pratos para compartilhar e preços de R$ 30 a R$ 78. Entre os destaques estão a patanisca de siri, o escabeche de coração de alcatra, o polvo com salsa de kimchi e a couve-flor com chilli crunch.
Fermentação, cura, conservação e defumação são algumas das técnicas utilizadas em um cardápio que mistura referências asiáticas, latino-americanas e europeias com produtos brasileiros, locais e sazonais. Barros cozinha desde 2011 e já passou por casas como Glouton e Majuma, enquanto Zuliani, que migrou da engenharia para a gastronomia, trabalhou no Nicolau, Taika Bar, Montê e Terraço Niê. Amigos de longa data, os dois agora comandam juntos o primeiro restaurante da parceria. A carta de drinques, assinada por Diego Kruz, aproveita os mesmos fermentados, xaropes e conservas da cozinha, além de oferecer cerveja gelada em garrafa de 600 ml, em clima de boteco.