No dia 11 de abril, sábado, às 13h30, na Livraria Aluá, em Belo Horizonte, será lançado “Dinari”, segundo livro infantil da atriz, escritora e psicóloga em formação Éle Fernandes.
O livro oferece às crianças negras a chance de se verem refletidas não pela lente da dor, mas pela potência, beleza e pertencimento, uma forma de perpetuar uma literatura onde corpos negros apareçam de forma segura, honesta e afetuosa.
Em “Dinari”, Éle resgata memórias de uma praça de tijolinhos de sua infância, em Betim, região metropolitana de Belo Horizonte, para narrar um encontro ancestral e afetuoso sob a sombra de uma árvore.
Sobre a autora:
Éle Fernandes (Daniele Fernandes) é atriz, escritora e produtora cultural. É formada pelo curso técnico em Teatro Universitário da UFMG e pelo curso básico de Teatro do Centro de Formação Artística (CEFART).
Possui formação básica em Artes Visuais, Circo, Dança, Música e Teatro, com ênfase em Circo, pelo Núcleo Valores de Minas. É graduanda em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), área que atravessa sua produção artística e literária, ampliando seus modos de criação, escuta e cuidado.
Entre 2017 e 2018, integrou a Trupe A Torto e a Direito, vinculada ao programa Pólos de Cidadania da Faculdade de Direito da UFMG, desenvolvendo trabalhos que articulam arte, direitos humanos e transformação social. Atualmente, é presidenta da Associação Artes Sapas, coletivo dedicado ao fortalecimento e à valorização da produção artística de pessoas trans, travestis e não-bináries, lésbicas, bissexuais e panssexuais.
Atua também como atriz e produtora na Coletiva Fanchecléticas e como atriz no Centro de Simulação Realística da Medicina da PUC Minas - Betim, participando de processos formativos na área da saúde. Como escritora, é autora do livro infantojuvenil “Nina, a pequena rã” e do livro infantil “Dinari”. Cofundadora da Editora Artes Sapas, transita entre o teatro, a literatura e a psicologia, investigando as geografias das infâncias e cultivando novos imaginários a partir da memória, da ancestralidade e das trajetórias das que vieram antes.
Sobre a ilustradora
Suzane Lopes (@movimento1989) é ilustradora baiana. Cria narrativas visuais que dialogam com vários conceitos, estilos e técnicas e celebram uma identidade popular, brasileira e com muita poética do cotidiano. Foi finalista do Prêmio Jabuti 2023 pela ilustração do livro “Óculos de Cor”.