MARIAS são muitas mulheres. A partir da trajetória de Maria das Dores “do morro e do mundo” a peça mergulha nas relações com o marido Beto, e a sogra Berenice, revelando como o machismo, a violência e a rivalidade feminina atravessam os vínculos afetivos.
Entre dores, silêncios e enfrentamentos, MARIAS expõe as marcas da misoginia e a violência contra a mulher, transformando a experiência de opressão em reflexão sobre autonomia, ruptura e liberdade.