Quantas paisagens cabem em um mesmo lugar? Inspirado na exposição “Mil maneiras de matar o tempo”, da artista porto-alegrense Talita Hoffmann, o Ateliê Aberto propõe uma experiência de desaceleração do olhar. Por meio de visores cartonados, o público é convidado a recortar a paisagem e perceber detalhes entre formas, jogos de luz e texturas. Cada participante transforma o que observa em uma composição sobre tecido. Entre a observação e a imaginação, o exercício desloca o olhar do todo para o detalhe e transforma a arquitetura em matéria para a criação de paisagens únicas, construídas a partir de diferentes modos de ver.